quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Da Greve dita Geral
Notam-se muitas ausências hoje na Blogosfera, mas devemos compreender que muitas repartições públicas estão encerradas. De tarde sempre se pode aproveitar para fazer umas comprinhas no Continente.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
À Greve Geral - Digo Não! Sem medo.
Porque com este tipo de acções, sem consequência, no dia 25 estaremos pior e
porque a Direita agradece.
domingo, 21 de novembro de 2010
Cravinho de má memória.
Acho que o Sr. Eng. João Cravinho deveria ser mais comedido nas suas tiradas. Não esqueço que ele foi o pai do modelo de financiamento das SCUT's, as tais que se pagavam a elas próprias, e que escreveu o prefácio do livro que glorificava as qualidades de gestor bancário do Sr. João Rendeiro que saiu nas vésperas do estoiro do BPP.
Todo o militante socialista tem o direito à critica. No caso do sr. Cravinho, não pode criticar os erros alheios quando a sua passagem pelo MOP, no que respeita à questão SCUT's foi uma nódoa, quando por falta de visão económica nos impingiu um modelo de financiamento errado.Não pode falar de "favoritismos" partidários, quando ele ocupa o lugar de administrador do BEI, porque como militante socialista, um governo socialista, liderado por quem ele tanto critica o indicou. O populismo do eng. Cravinho, pode voltar-se contra os seus, pois o "povo dos fóruns" pode ser levado a pensar que o Cravinho, secretário de estado dos MNE, tem o lugar por ser filho de quem é! Não acredito, mas o Cravinho pai deixa o Cravinho folho em maus lençóis.
E já não falo da ideia tão abstronça como perigosa da inversão do ónus da prova, proposta por ele.
Quanto ao resto, com mais ou menos contundência, todos somos livres de exercer o nosso direito à critica. Eu que o diga...
Carlos Alberto
sábado, 20 de novembro de 2010
Manuel Alegre no Porto
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Querem Privado? Ganhem juízo!
Há uma discussão por fazer na sociedade. Que espaço deve ocupar a iniciativa privada? Em sectores fundamentais e estratégicos para o funcionamento do estado e da sociedade haverá lugar para a iniciativa privada? A haver, deverá definir a oferta?
A loucura neo-liberal vendeu a ideia que tudo deveria ser entregue à iniciativa privada, que o mercado deveria determinar a vida e a morte da oferta de serviços e produtos… (Ganhar dinheiro é bonito, dá charme, e por isso deverá ser o sonho de todo o mortal.)
Tudo seria muito interessante e mereceria alguns minutos de reflexão, se a qualidade dos serviços fosse o único factor a determinar a vida útil de um serviço. Num mercado cujo motor se assemelha a uma máquina de triturar oferta e procura, extraindo o sumo ( leia-se lucro) a ambos, a oferta sobrevive com uma regra: se der lucro aos gestores do mercado. A imagem é horrorosa mas dá que pensar.
Afirmo aqui a minha profunda crença no estado como força de regulação desta febre de lucro desenfreada. No momento em que alguns sectores da nossa sociedade manifestam desconforto pela ausência de uma resposta ao presidente Cavaco Silva e à sua afirmação de uma necessidade de “mais transparência e abertura ao dialogo “ com o ensino privado, digo: defenda-se o público e se houver tempo e recursos, logo veremos o privado.
Em causa está a decisão do conselho de Ministros de 4 de Novembro, no que respeita ao apoio aos colégios privados com contrato de associação (os alunos frequentam gratuitamente, sendo o ME que assume os encargos financeiros)
Segundo o Público (16.11.2010) “São 93 escolas situadas em regiões onde não havia oferta pública de ensino. A tutela pretende cortar, já este ano lectivo, o apoio de 114 mil euros por turma, para 80 mil, anunciou a ministra da Educação, Isabel Alçada, na quinta-feira, no Parlamento. O privado recebe um corte de 21,9 por cento comparativamente ao ano passado. A Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo já apelidou as medidas previstas no decreto-lei como um ataque ao ensino privado.”
Ora bem.
Nem há muita razão de queixa. Pelas minhas contas ainda estamos a gastar 80 mil euros por turma. Se cada escola tiver uma turma, são 7,400 Milhões de euros gastos com quem teve o direito de escolher: nem justiça, nem paridade...
Andamos a discutir a sobrevivência da Escola Publica e “alguém” se lembra de dizer que o Ministério da Educação está a falhar com o apoio à escola privada? Será que perdi alguma coisa nestas trocas de argumentos?
Mas,... Escola Privada… Será mesmo necessário? Nos países nórdicos que tantos admiramos, não há escola privada: o estado assume que a educação é um assunto demasiado sério para poder ser deixado à iniciativa privada.
Num tempo de oportunidade, como esta crise que vivemos, vale a pena pensar diferente. Estas acções deram estes resultados: queremos outros resultados? Assumam-se novas acções
Para quem acha que levo os argumentos a um nível digno dos anos 70, recordo um director de um Colégio privado do Porto que me confidenciava: “Não compreendo estes pais!... Ficam contentes quando eu apresento um balanço financeiro com lucros… Não percebem que o dinheiro que ganharam é a diferença entre o que pagaram e os serviços que dei aos filhos!!!
Mas quem disse que o capitalismo é inteligente? Esperto? Sim. Inteligente? Não.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Conheci o Jorge Spunk
Conhecer o Jorge Spunk, foi para mim uma honra. Passei parte de uma tarde, com ele e o Eugénio, a trocar impressões sobre a nossa terra. Sei que sobre o que falamos não era necessário pedir segredo, pois entre amigos isso é desde logo dispensável. Está implícito. Sei também que jamais veremos o que falamos exposto em blogues, ou em redes sociais. Somos Matosinhenses honrados e jamais agiríamos de outra forma que não essa.
O Jorge é de extrema-direita, o Eugénio um anarca, eu sou de esquerda. Uniu-nos, naquelas horas, a nossa terra. Matosinhos.
O Jorge é de extrema-direita, o Eugénio um anarca, eu sou de esquerda. Uniu-nos, naquelas horas, a nossa terra. Matosinhos.
Reclamação de cidadão inglês dá conta das suas infrutíferas tentativas para tentar pagar portagens. "Muitos não irão incomodar-se a voltar", conclui
É desta forma que queremos incrementar o Turismo na nossa região?
Este crime, contra o Norte de Portugal, tem autores materiais e morais, mas também existem cumplices locais.
Scut: sistema não funciona e discrimina turistas e visitantes estrangeiros - Sociedade - PUBLICO.PT
Este crime, contra o Norte de Portugal, tem autores materiais e morais, mas também existem cumplices locais.
Scut: sistema não funciona e discrimina turistas e visitantes estrangeiros - Sociedade - PUBLICO.PT
domingo, 14 de novembro de 2010
MANUEL ALEGRE NO DISTRITO DO PORTO DIA 20 E 21 DE NOVEMBRO
PROGRAMA DIA 20 (SÁBADO)
10H00 – Visita à Fábrica Social/Fundação José Rodrigues, situada na Rua da Fábrica Social (Junto do Largo da Fontinha – Santo Ildefonso - Porto).
11H00 – Concentração de Apoiantes, junto da Porta Principal do Mercado do Bolhão (Rua Formosa).
11H30 – Visita ao Mercado do Bolhão e Passeio pela Rua de Santa Catarina (Entre o Cruzamento de Fernandes Tomás e o Cruzamento de Passos Manuel – Café MAGESTIC).
13H00 – Almoço com Autarcas e Dirigentes Políticos do Distrito do Porto, no Grande Hotel do Porto.
15H00 – Visita ao Porto de Leixões (APDL).
23H00 – Visita à Zona dos Clérigo, Ceuta e Filipa Lencastre (Bares), com concentração junto do Café Piolho. Iniciativa virada para a Juventude.
PROGRAMA DIA 21 (DOMINGO)
13H00 – Almoço com Agentes e Personalidades da área Cultural, na Ribeira do Porto. 20 A 25 Convidados.
TARDE – Visita a Santo Tirso?
Com Manuel Alegre
Vamos fazer aquilo que (ainda) não foi feito
Sede da Candidatura: Rua do Bonjardim, 690,692 e 694 (Largo Tito Fontes) 4.0000 (114 Porto)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Seguir em Frente
Como apoiante do José Luís Carneiro e membro da lista para a CPD, o registo continua a ser o mesmo, o espírito deste movimento foi é e será de discussão de todas as matérias, de modo elevado, seguindo os princípios da democracia e do estado de direito e no respeito pela diversidade de todos os militantes.
Só assim se renovam as formas de estar na politica e conquistam cidadãos e cidadãs para a mesma.
A regionalização, a reorganização administrativa e política, a aplicação da limitação dos mandatos aos deputados serão temáticas importantes que estes miltantes não deixarão passar em claro, principalmente quando arcam consigo cerca de 47% dos votos expressos, independentemente das formas mais ou menos democráticas como outros se comportem.
Joaquim Paulo Silva
Só assim se renovam as formas de estar na politica e conquistam cidadãos e cidadãs para a mesma.
A regionalização, a reorganização administrativa e política, a aplicação da limitação dos mandatos aos deputados serão temáticas importantes que estes miltantes não deixarão passar em claro, principalmente quando arcam consigo cerca de 47% dos votos expressos, independentemente das formas mais ou menos democráticas como outros se comportem.
Joaquim Paulo Silva
Apoiantes de Carneiro preparam moção sobre regionalização para levar ao congresso do PS
Os apoiantes de José Luís Carneiro querem o PS a discutir a reforma administrativa do Estado e ponderam a possibilidade de levar ao congresso do partido, que deverá realizar-se depois das eleições presidenciais, uma moção sobre a regionalização. "Não vamos desistir da regionalização, nem dos nossos pontos de vista. Esta questão deve ser discutida nos fóruns próprios e o próximo congresso parece-me o sítio adequado para o fazer", declarou ao PÚBLICO Rui Saraiva, porta-voz da candidatura de José Luís Carneiro, criticando aqueles que entendem que "assuntos desta importância devem ser discutidos à mesa de um pequeno almoço no Café Velásquez".
Regionalistas convictos, os apoiantes do candidato à liderança do PS-Porto que lidera a Câmara de Baião não aceitam que a regionalização tenha ficado fora do debate da primeira reunião da comissão política distrital (CPD) realizada esta semana. Apesar dos argumentos esgrimidos na altura, Guilherme Pinto, presidente da Mesa da CPD, decidiu, após ter consultado a assembleia, que a moção sobre descentralização e regionalização apresentada pelo líder da distrital do PS-Porto, Renato Sampaio, não seria discutida, mas apenas votada. Pouco depois, José Luís Carneiro e os seus apoiantes abandonavam a reunião, em sinal de protesto, não só pelas moções sectoriais não terem sido debatidas, mas também por não ter sido possível consensualizar posições em relação à apresentação de uma lista única para a Mesa da CPD. O presidente da federação voltou a apostar em Guilherme Pinto e José Luís Carneiro propôs o presidente da Câmara de Vila do Conde.
Ao PÚBLICO, Guilherme Pinto lamentou que "pela primeira vez não tenha havido consenso" e disse que o facto de o autarca de Baião ter proposto o nome de Mário de Almeida em pleno congresso "matou a proposta". Já Mário de Almeida declarou que a sua disponibilidade tinha um único objectivo: "Evitar o que aconteceu". "Nunca seria um candidato para dividir, mas sim para unir o partido", frisou em declarações ao PÚBLICO.
A fractura entre as duas sensibilidades agudizou-se e a tensão está longe de ser superada. Para ontem à noite, José Luís Carneiro convocou o seu núcleo político distrital para fazer uma análise do que se passou na reunião e delinear a estratégia a seguir. "Vamos definir um quadro de discussão política que não seja diminuído pela maioria da distrital", adiantou.
PÚBLICO
Regionalistas convictos, os apoiantes do candidato à liderança do PS-Porto que lidera a Câmara de Baião não aceitam que a regionalização tenha ficado fora do debate da primeira reunião da comissão política distrital (CPD) realizada esta semana. Apesar dos argumentos esgrimidos na altura, Guilherme Pinto, presidente da Mesa da CPD, decidiu, após ter consultado a assembleia, que a moção sobre descentralização e regionalização apresentada pelo líder da distrital do PS-Porto, Renato Sampaio, não seria discutida, mas apenas votada. Pouco depois, José Luís Carneiro e os seus apoiantes abandonavam a reunião, em sinal de protesto, não só pelas moções sectoriais não terem sido debatidas, mas também por não ter sido possível consensualizar posições em relação à apresentação de uma lista única para a Mesa da CPD. O presidente da federação voltou a apostar em Guilherme Pinto e José Luís Carneiro propôs o presidente da Câmara de Vila do Conde.
Ao PÚBLICO, Guilherme Pinto lamentou que "pela primeira vez não tenha havido consenso" e disse que o facto de o autarca de Baião ter proposto o nome de Mário de Almeida em pleno congresso "matou a proposta". Já Mário de Almeida declarou que a sua disponibilidade tinha um único objectivo: "Evitar o que aconteceu". "Nunca seria um candidato para dividir, mas sim para unir o partido", frisou em declarações ao PÚBLICO.
A fractura entre as duas sensibilidades agudizou-se e a tensão está longe de ser superada. Para ontem à noite, José Luís Carneiro convocou o seu núcleo político distrital para fazer uma análise do que se passou na reunião e delinear a estratégia a seguir. "Vamos definir um quadro de discussão política que não seja diminuído pela maioria da distrital", adiantou.
PÚBLICO
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Estatutos do PS - nunca é demais relembrar...
Estatutos do PS
Artigo 14º
(Dos direitos)
......
c. Exprimir livremente a sua opinião a todos os níveis da organização do Partido e apresentar, aos respectivos órgãos, críticas, sugestões e propostas sobre a organização, a orientação e a actividade do Partido;
Artigo 14º
(Dos direitos)
......
c. Exprimir livremente a sua opinião a todos os níveis da organização do Partido e apresentar, aos respectivos órgãos, críticas, sugestões e propostas sobre a organização, a orientação e a actividade do Partido;
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Investigador norte-americano estima que manifestação de sábado juntou menos de 10 mil pessoas - Economia - PUBLICO.PT
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Les uns et les autres (1980) - le boléro de Ravel -
Um filme que amei e que conta a história da Europa desde a 2ª guerra até ao final dos anos 70. Num tempo em que se sonhava com uma outra Europa que não esta dominada pela tecnocracia e pelo neo-liberalismo.
A fonte de Cavaco
domingo, 31 de outubro de 2010
EMBUSTE DE CANDIDATO ?

Ontem assistimos a uma dramática tentativa presidencial de disfarçar um enorme flop político com um embuste, nem sabemos se ingénuo, se desesperado.
De facto, o Presidente da República, sentindo pulsar em si ímpetos de candidato, resolveu fazer um número com o Conselho de Estado, desde logo inquinado por ter suscitado uma estranha ambiguidade: estávamos perante uma sede de aconselhamento por parte de Cavaco que seria satisfeita por tão circunspecto órgão ou perante uma grosseira tentativa de pressão política, mesmo que de generosos objectivos?
Se estávamos perante um pedido de conselho, qual era ele? Se estávamos perante uma tentativa de pressão, em que preceito constitucional se outorga ao Conselho de Estado uma tal competência, uma tal legitimidade?
Mas tudo isto se esvaziou como um balão furado, quando, ainda em plena reunião do Conselho de Estado, foi difundido por uma estação televisiva que o Governo e o PSD tinham chegado a acordo para a viabilização do orçamento. E em vez de engolir civilizadamente o flop, congratulando-se com o êxito das conversações, o Presidente, certamente impelido pela sua costela de candidato já declarado, fingiu que ainda não havia qualquer acordo quanto ao orçamento e apelou num palavreado entaramelado para que governo e PSD chegassem a um acordo até quarta-feira, quando não podia ignorar que esse acordo já fora alcançado.
Enfim, uma reunião de legitimidade duvidosa transformada num flop político, que se tentou disfarçar através de um embuste, desesperadamente destinado a transformar numa grande vitória aquilo que afinal não passou de uma enorme escorregadela.
De facto, o Presidente da República, sentindo pulsar em si ímpetos de candidato, resolveu fazer um número com o Conselho de Estado, desde logo inquinado por ter suscitado uma estranha ambiguidade: estávamos perante uma sede de aconselhamento por parte de Cavaco que seria satisfeita por tão circunspecto órgão ou perante uma grosseira tentativa de pressão política, mesmo que de generosos objectivos?
Se estávamos perante um pedido de conselho, qual era ele? Se estávamos perante uma tentativa de pressão, em que preceito constitucional se outorga ao Conselho de Estado uma tal competência, uma tal legitimidade?
Mas tudo isto se esvaziou como um balão furado, quando, ainda em plena reunião do Conselho de Estado, foi difundido por uma estação televisiva que o Governo e o PSD tinham chegado a acordo para a viabilização do orçamento. E em vez de engolir civilizadamente o flop, congratulando-se com o êxito das conversações, o Presidente, certamente impelido pela sua costela de candidato já declarado, fingiu que ainda não havia qualquer acordo quanto ao orçamento e apelou num palavreado entaramelado para que governo e PSD chegassem a um acordo até quarta-feira, quando não podia ignorar que esse acordo já fora alcançado.
Enfim, uma reunião de legitimidade duvidosa transformada num flop político, que se tentou disfarçar através de um embuste, desesperadamente destinado a transformar numa grande vitória aquilo que afinal não passou de uma enorme escorregadela.
por Rui Namorado
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
UMA PERGUNTA
A situação Orçamental, a gravidade da economia, ou se quisermos das finanças públicas face aos ataques especulativos, esgotam, sugam o Partido Socialista, quase esquecendo o seu candidato Presidencial, a três meses das Eleições...
Uma interrogação paira no ar: Falta Vontade...ou a inacção representa uma derrota antecipada?
Nenhuma das duas será boa...porque a partir de Maio os estrategas do Prof. Cavaco começaram a desenhar uma Nova Maioria....
Joaquim Paulo
Uma interrogação paira no ar: Falta Vontade...ou a inacção representa uma derrota antecipada?
Nenhuma das duas será boa...porque a partir de Maio os estrategas do Prof. Cavaco começaram a desenhar uma Nova Maioria....
Joaquim Paulo
domingo, 24 de outubro de 2010
Lembram-se de quando eles nos queriam convencer de que havia um problema com a Liberdade de Expressão? O puzzle compõem-se.
sábado, 23 de outubro de 2010
XIV Congresso PS Porto - Resultados
Lista A - tinha 292 Delegados eleitos
Lista B - tinha 219 Delegados eleitos
Resultados para a Comissão Política Distrital:
Lista A - 303 Votos - eleitos 39
Lista B - 244 Votos - eleitos 32
Moções:
Lista A - 285 Votos
Lista B - 188 Votos
Lista B - tinha 219 Delegados eleitos
Resultados para a Comissão Política Distrital:
Lista A - 303 Votos - eleitos 39
Lista B - 244 Votos - eleitos 32
Moções:
Lista A - 285 Votos
Lista B - 188 Votos
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
As imagens do crime contra o Concelho de Matosinhos.
Entrada para Rotunda do Cemitério de Leça do Balio
Rotunda do Cemitério de Leça do Balio
Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio
Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio
Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio
Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio
Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio
R. Cândido dos Reis - sentido Matosinhos, depois da Bomba da BP - um obstáculo que corta a via num sentido. Rua em obras da responsabilidade da Indáqua.
R. Cândido dos Reis - sentido Matosinhos
Rotunda do Nó de Custóias, para entrada na A4 e VRI - os utentes mesmo com constrangimento da via, ignoram a auto-estrada. Fila até ao viaduto do Metro da estação de Custóias.
Rotunda do Nó de Custóias, para entrada na A4 e VRI - os utentes mesmo com constrangimento da via, ignoram a auto-estrada. Fila até ao viaduto do Metro da estação de Custóias.
Faço diariamente o trajecto entre Guifões - Leça do Balio e vice-versa, pela A4, onde habitualmente gasto cerca de 10 minutos, pelos 8 Kms. Hoje resolvi fazer o trajecto por dentro do Concelho. Saí de Leça do Balio às 18H15 e cheguei a Guifões às 18H50. Como pude verificar, centenas de automobilistas fizeram o mesmo. Apesar da fraca qualidade das fotos, aqui fica o registo do crime contra os habitantes deste concelho.
Carlos Alberto Ferreira
domingo, 17 de outubro de 2010
A cegueira politica de quem vive de joelhos perante o poder central, pode matar o que resta da economia desta região
"Si yo voy con mis cinco euros en el bolsillo, me tienen que cobrar, no tengo por qué estar obligado a comprar ningún dispositivo", explica el presidente de la patronal, José Manuel Fernández Alvariño.
Jornal: El Mundo
http://www.elmundo.es/elmundo/2010/10/15/galicia/1287161465.html
Carlos Alberto Ferreira
Jornal: El Mundo
http://www.elmundo.es/elmundo/2010/10/15/galicia/1287161465.html
Conforme se pode verificar, os próprios Espanhóis, consideram esta situação um atentado contra a economia da região Norte, pois o sistema de cobrança é confuso, e caro, para os residentes fora do território nacional.
O poder central, na ânsia de tudo querer cobrar, está a cometer um atentado contra um dos principais investimentos lideres da anterior legislatura, o IKEIA. Só por desconhecimento ou por cegueira politica de quem vive de joelhos perante o poder central, se deixa que este investimento sofra a erosão de uma parte significativa dos seus utilizadores e clientes, que vêm da vizinha Galiza. E depois o que fazer com mais desemprego, quando as estruturas locais não têm capacidade para o absorver, nem as autoridades concelhias têm resposta para o problema. Talvez não saibam que dentro em breve a mesma rede comercial abrirá na Corunha uma superfície semelhante. A mesma situação se passa com o Aeroporto de Pedras Rubras, que hoje em dia já atrai cerca de meio milhão de utilizadores Galegos.
O problema aqui é evidente. O método de cobrança é confuso e torna-se dispendioso, 77€, para 76Kms. Não querendo a revogação da cobrança, até porque quem andar na A9 na Galiza paga os olhos da cara, a alternativa, para o problema passa pela retirada dos pórticos na A4 entre S. Mamede Infesta e a saída de Custóias. Assim, quem nos visita, vindo da Galiza, utilizaria a A3, pagaria a portagem pelos métodos convencionais, não havendo assim confusões com o modo de pagamento. Sairiam na saída da A4 percorrendo-a até à confluência com a A 28 sentido Viana do Castelo, quem quiser ir para o IKEA, ou para o Aeroporto sairiam na VRI.
Portugal implanta el peaje más caro y caótico del mundo
Si usted vive en Galicia y quiere viajar a Portugal prepárese para pagar el peaje más caro del mundo: 77 euros por un tramo de 76 kilómetros. Desde este viernes se ha implantado en el país vecino una tasa para la nueva autovía A-28, que discurre por la costa, y para la circunvalación de entrada en Oporto. Más de un euro por kilómetro es la tarifa que deberán abonar todos aquellos que circulen por primera vez desde la localidad de Viana do Castelo hasta la capital del Douro.
El tráfico de pasajeros hacia el aeropuerto Sá Carneiro (utilizado por 420.000 gallegos al año) o a multinacionales como Ikea ha aumentado en los últimos años de forma considerable y el telepeaje se convierte en una gran amenaza.
El Mundo
Carlos Alberto
El tráfico de pasajeros hacia el aeropuerto Sá Carneiro (utilizado por 420.000 gallegos al año) o a multinacionales como Ikea ha aumentado en los últimos años de forma considerable y el telepeaje se convierte en una gran amenaza.
El Mundo
Carlos Alberto
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Cobrança da Scut A4 - um crime contra o Concelho de Matosinhos
Os dirigentes do PS Porto deveriam neste momento manter uma atitude de Low Profile, pelo menos em respeito pelos socialistas que têm de dar a cara, todos os dias, por alguns erros deste Governo.
Sempre defendi que as chamadas SCUT's deveriam acabar. Desde que Santana Lopes, em 2004, pegou no assunto, fui o único socialista, que eu conheça, em Matosinhos a concordar com ele. De facto não há, nem havia, razões para a proliferação de Scut's, no litoral. na sua génese as Scust's existiam para o desenvolvimento do Interior mais carenciado, onde nenhuma empresa arriscaria a investir numa Auto-Estrada, em que o retorno do investimento era muito demorado.
Mas agora, na ânsia de tudo cobrar, cometeram-se erros:
1º - A cobrança não arranca em simultâneo em todo o País. O Norte começa a pagar primeiro.
2º - O valor das portagens não são iguais e em certos concelhos o valor é demasiadamente excessivo. Não há coerência nos valores.
3º - No que me diz respeito o pagamento de portagens na A4, entre o nó de Custóias e S. Mamede Infesta, ou seja, o percurso da A4 que atravessa o concelho de Matosinhos, e que veio colmatar uma lacuna no que concerne à mobilidade dos seus residentes, a introdução de uma medida de cobrança aos utilizadores desta via, afectará irreversivelmente a mobilidade sustentada dos Matosinhenses, bem como o seu desenvolvimento e integração solidária da sua população. Esta medida, acabada de ser implementada, discriminará pela negativa os cidadãos de Matosinhos, que serão cobrados por trajectos rápidos urbanos. A A4 é uma estrutura que complementa uma rede viária concelhia a qual se encontra, há muito, saturada.
Em tempos recentes, foi-me dito por um responsável federativo, que havia um estratégia para a questão das Scut's, no Porto. Que havia optado pela negociação em silêncio, evitando por-se em bicos de pés, o que poderia prejudicar os interesses da região. Pois está à vista os efeitos dessa "negociação". Somos os primeiros a pagar e a pagar os valores mais caros por Km. Quanto à estratégia estamos conversados. E aqui não me quero alongar mais, pois a campanha interna já terminou e os militantes já se pronunciaram. Mas não me calam a revolta, por ver um PS ineficaz na defesa dos interesses das populações que dizem representar. Podemos estar muito contentes connosco próprios com resultados recentes, o problema vai ser quando o povo falar nas urnas. Aí não vai haver pagamento de quotas suficiente para conter os danos.Talvez, quando muitos dos que agora se congratularam com a medida começarem a pagar na VCI (já repararam que agora é a A20), para se deslocarem dentro da cidade e concelho do Porto, mudem de opinião.
Carlos Alberto Ferreira
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Aniversário dia 15 de Outubro
Na próxima 6ª feira eu e a Maria fazemos 23 anos de casados. Como prenda de aniversário, vou leva-la ao lugar mais caro de Matosinhos. Vamos viajar de carro no troço da A4 entre a Avª da República e a saída para S. Mamede Infesta.
Carlos Alberto
Carlos Alberto
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