sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Querem Privado? Ganhem juízo!


Há uma discussão por fazer na sociedade. Que espaço deve ocupar a iniciativa privada? Em sectores fundamentais e estratégicos para o funcionamento do estado e da sociedade haverá lugar para a iniciativa privada? A haver, deverá definir a oferta?
A loucura neo-liberal vendeu a ideia que tudo deveria ser entregue à iniciativa privada, que o mercado deveria determinar a vida e a morte da oferta de serviços e produtos… (Ganhar dinheiro é bonito, dá charme, e por isso deverá ser o sonho de todo o mortal.)
Tudo seria muito interessante e mereceria alguns minutos de reflexão, se a qualidade dos serviços fosse o único factor a determinar a vida útil de um serviço. Num mercado cujo motor se assemelha a uma máquina de triturar oferta e procura, extraindo o sumo ( leia-se lucro) a ambos, a oferta sobrevive com uma regra: se der lucro aos gestores do mercado. A imagem é horrorosa mas dá que pensar.
Afirmo aqui a minha profunda crença no estado como força de regulação desta febre de lucro desenfreada. No momento em que alguns sectores da nossa sociedade manifestam desconforto pela ausência de uma resposta ao presidente Cavaco Silva e à sua afirmação de uma necessidade de “mais transparência e abertura ao dialogo “ com o ensino privado, digo: defenda-se o público e se houver tempo e recursos, logo veremos o privado.
Em causa está a decisão do conselho de Ministros de 4 de Novembro, no que respeita ao apoio aos colégios privados com contrato de associação (os alunos frequentam gratuitamente, sendo o ME que assume os encargos financeiros)
Segundo o Público (16.11.2010) “São 93 escolas situadas em regiões onde não havia oferta pública de ensino. A tutela pretende cortar, já este ano lectivo, o apoio de 114 mil euros por turma, para 80 mil, anunciou a ministra da Educação, Isabel Alçada, na quinta-feira, no Parlamento. O privado recebe um corte de 21,9 por cento comparativamente ao ano passado. A Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo já apelidou as medidas previstas no decreto-lei como um ataque ao ensino privado.”
Ora bem.
Nem há muita razão de queixa. Pelas minhas contas ainda estamos a gastar 80 mil euros por turma. Se cada escola tiver uma turma, são 7,400 Milhões de euros gastos com quem teve o direito de escolher: nem justiça, nem paridade...
Andamos a discutir a sobrevivência da Escola Publica e “alguém” se lembra de dizer que o Ministério da Educação está a falhar com o apoio à escola privada? Será que perdi alguma coisa nestas trocas de argumentos?
Mas,... Escola Privada… Será mesmo necessário? Nos países nórdicos que tantos admiramos, não há escola privada: o estado assume que a educação é um assunto demasiado sério para poder ser deixado à iniciativa privada.
Num tempo de oportunidade, como esta crise que vivemos, vale a pena pensar diferente. Estas acções deram estes resultados: queremos outros resultados? Assumam-se novas acções
Para quem acha que levo os argumentos a um nível digno dos anos 70, recordo um director de um Colégio privado do Porto que me confidenciava: “Não compreendo estes pais!... Ficam contentes quando eu apresento um balanço financeiro com lucros… Não percebem que o dinheiro que ganharam é a diferença entre o que pagaram e os serviços que dei aos filhos!!!
Mas quem disse que o capitalismo é inteligente? Esperto? Sim. Inteligente? Não.

Paulo Fernandes

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Conheci o Jorge Spunk

Conhecer o Jorge Spunk, foi para mim uma honra. Passei parte de uma tarde, com ele e o Eugénio, a trocar impressões sobre a nossa terra. Sei que sobre o que falamos não era necessário pedir segredo, pois entre amigos isso é desde logo dispensável. Está implícito. Sei também que jamais veremos o que falamos exposto em blogues, ou em redes sociais. Somos Matosinhenses honrados e jamais agiríamos de outra forma que não essa.
O Jorge é de extrema-direita, o Eugénio um anarca, eu sou de esquerda. Uniu-nos, naquelas horas, a nossa terra. Matosinhos.

Reclamação de cidadão inglês dá conta das suas infrutíferas tentativas para tentar pagar portagens. "Muitos não irão incomodar-se a voltar", conclui

É desta forma que queremos incrementar o Turismo na nossa região?
Este crime, contra o Norte de Portugal, tem autores materiais e morais, mas também existem cumplices locais.

Scut: sistema não funciona e discrimina turistas e visitantes estrangeiros - Sociedade - PUBLICO.PT

domingo, 14 de novembro de 2010

MANUEL ALEGRE NO DISTRITO DO PORTO DIA 20 E 21 DE NOVEMBRO


PROGRAMA DIA 20 (SÁBADO)




10H00 – Visita à Fábrica Social/Fundação José Rodrigues, situada na Rua da Fábrica Social (Junto do Largo da Fontinha – Santo Ildefonso - Porto).
11H00 – Concentração de Apoiantes, junto da Porta Principal do Mercado do Bolhão (Rua Formosa).
11H30 – Visita ao Mercado do Bolhão e Passeio pela Rua de Santa Catarina (Entre o Cruzamento de Fernandes Tomás e o Cruzamento de Passos Manuel – Café MAGESTIC).
13H00 – Almoço com Autarcas e Dirigentes Políticos do Distrito do Porto, no Grande Hotel do Porto.
15H00 – Visita ao Porto de Leixões (APDL).
23H00 – Visita à Zona dos Clérigo, Ceuta e Filipa Lencastre (Bares), com concentração junto do Café Piolho. Iniciativa virada para a Juventude.

 
PROGRAMA DIA 21 (DOMINGO)
 
13H00 – Almoço com Agentes e Personalidades da área Cultural, na Ribeira do Porto.  20 A 25 Convidados.

TARDE – Visita a Santo Tirso?


Com Manuel Alegre
Vamos fazer aquilo que (ainda) não foi feito 

Sede da Candidatura: Rua do Bonjardim, 690,692 e 694 (Largo Tito Fontes) 4.0000 (114 Porto)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Seguir em Frente

Como apoiante do José Luís Carneiro e membro da lista para a CPD, o registo continua a ser o mesmo, o espírito deste movimento foi é e será de discussão de todas as matérias, de modo elevado, seguindo os princípios da democracia e do estado de direito e no respeito pela diversidade de todos os militantes.
Só assim se renovam as formas de estar na politica e conquistam cidadãos e cidadãs para a mesma.
A regionalização, a reorganização administrativa e política, a aplicação da limitação dos mandatos aos deputados serão temáticas importantes que estes miltantes não deixarão passar em claro, principalmente quando arcam consigo cerca de 47% dos votos expressos, independentemente das formas mais ou menos democráticas como outros se comportem.

Joaquim Paulo Silva

Apoiantes de Carneiro preparam moção sobre regionalização para levar ao congresso do PS

Os apoiantes de José Luís Carneiro querem o PS a discutir a reforma administrativa do Estado e ponderam a possibilidade de levar ao congresso do partido, que deverá realizar-se depois das eleições presidenciais, uma moção sobre a regionalização. "Não vamos desistir da regionalização, nem dos nossos pontos de vista. Esta questão deve ser discutida nos fóruns próprios e o próximo congresso parece-me o sítio adequado para o fazer", declarou ao PÚBLICO Rui Saraiva, porta-voz da candidatura de José Luís Carneiro, criticando aqueles que entendem que "assuntos desta importância devem ser discutidos à mesa de um pequeno almoço no Café Velásquez".


Regionalistas convictos, os apoiantes do candidato à liderança do PS-Porto que lidera a Câmara de Baião não aceitam que a regionalização tenha ficado fora do debate da primeira reunião da comissão política distrital (CPD) realizada esta semana. Apesar dos argumentos esgrimidos na altura, Guilherme Pinto, presidente da Mesa da CPD, decidiu, após ter consultado a assembleia, que a moção sobre descentralização e regionalização apresentada pelo líder da distrital do PS-Porto, Renato Sampaio, não seria discutida, mas apenas votada. Pouco depois, José Luís Carneiro e os seus apoiantes abandonavam a reunião, em sinal de protesto, não só pelas moções sectoriais não terem sido debatidas, mas também por não ter sido possível consensualizar posições em relação à apresentação de uma lista única para a Mesa da CPD. O presidente da federação voltou a apostar em Guilherme Pinto e José Luís Carneiro propôs o presidente da Câmara de Vila do Conde.

Ao PÚBLICO, Guilherme Pinto lamentou que "pela primeira vez não tenha havido consenso" e disse que o facto de o autarca de Baião ter proposto o nome de Mário de Almeida em pleno congresso "matou a proposta". Já Mário de Almeida declarou que a sua disponibilidade tinha um único objectivo: "Evitar o que aconteceu". "Nunca seria um candidato para dividir, mas sim para unir o partido", frisou em declarações ao PÚBLICO.

A fractura entre as duas sensibilidades agudizou-se e a tensão está longe de ser superada. Para ontem à noite, José Luís Carneiro convocou o seu núcleo político distrital para fazer uma análise do que se passou na reunião e delinear a estratégia a seguir. "Vamos definir um quadro de discussão política que não seja diminuído pela maioria da distrital", adiantou.


PÚBLICO

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Estatutos do PS - nunca é demais relembrar...

Estatutos do PS
Artigo 14º

(Dos direitos)
......
c. Exprimir livremente a sua opinião a todos os níveis da organização do Partido e apresentar, aos respectivos órgãos, críticas, sugestões e propostas sobre a organização, a orientação e a actividade do Partido;

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Les uns et les autres (1980) - le boléro de Ravel -

Um filme que amei e que conta a história da Europa desde a 2ª guerra até ao final dos anos 70. Num tempo em que se sonhava com uma outra Europa que não esta dominada pela tecnocracia e pelo neo-liberalismo.

Aguaviva - Poetas andaluces (1975)

A fonte de Cavaco


Publicado em HenriCarton http://henricartoon.blogs.sapo.pt/267722.html

domingo, 31 de outubro de 2010

EMBUSTE DE CANDIDATO ?


Ontem assistimos a uma dramática tentativa presidencial de disfarçar um enorme flop político com um embuste, nem sabemos se ingénuo, se desesperado.

De facto, o Presidente da República, sentindo pulsar em si ímpetos de candidato, resolveu fazer um número com o Conselho de Estado, desde logo inquinado por ter suscitado uma estranha ambiguidade: estávamos perante uma sede de aconselhamento por parte de Cavaco que seria satisfeita por tão circunspecto órgão ou perante uma grosseira tentativa de pressão política, mesmo que de generosos objectivos?

Se estávamos perante um pedido de conselho, qual era ele? Se estávamos perante uma tentativa de pressão, em que preceito constitucional se outorga ao Conselho de Estado uma tal competência, uma tal legitimidade?

Mas tudo isto se esvaziou como um balão furado, quando, ainda em plena reunião do Conselho de Estado, foi difundido por uma estação televisiva que o Governo e o PSD tinham chegado a acordo para a viabilização do orçamento. E em vez de engolir civilizadamente o flop, congratulando-se com o êxito das conversações, o Presidente, certamente impelido pela sua costela de candidato já declarado, fingiu que ainda não havia qualquer acordo quanto ao orçamento e apelou num palavreado entaramelado para que governo e PSD chegassem a um acordo até quarta-feira, quando não podia ignorar que esse acordo já fora alcançado.

Enfim, uma reunião de legitimidade duvidosa transformada num flop político, que se tentou disfarçar através de um embuste, desesperadamente destinado a transformar numa grande vitória aquilo que afinal não passou de uma enorme escorregadela.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

UMA PERGUNTA

A situação Orçamental, a gravidade da economia, ou se quisermos das finanças públicas face aos ataques especulativos, esgotam, sugam o Partido Socialista, quase esquecendo o seu candidato Presidencial, a três meses das Eleições...
Uma interrogação paira no ar: Falta Vontade...ou a inacção representa uma derrota antecipada?

Nenhuma das duas será boa...porque a partir de Maio os estrategas do Prof. Cavaco começaram a desenhar uma Nova Maioria....


Joaquim Paulo

sábado, 23 de outubro de 2010

O Branquinho pergunta, a Ongoing responde e dá-lhe um emprego

XIV Congresso PS Porto - Resultados

Lista A - tinha 292 Delegados eleitos
Lista B - tinha 219 Delegados eleitos

Resultados para a Comissão Política Distrital:

Lista A - 303 Votos  -  eleitos 39
Lista B - 244 Votos  -  eleitos 32

Moções:
Lista A - 285 Votos
Lista B - 188 Votos

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

As imagens do crime contra o Concelho de Matosinhos.

Entrada para Rotunda do Cemitério de Leça do Balio


Rotunda do Cemitério de Leça do Balio
 


 Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio



Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio


Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio


Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio


Via de avesso à R. de Gondivai - Leça do Balio


R. Cândido dos Reis - sentido Matosinhos, depois da Bomba da BP - um obstáculo que corta a via num sentido. Rua em obras da responsabilidade da Indáqua.


R. Cândido dos Reis - sentido Matosinhos


Rotunda do Nó de Custóias, para entrada na A4 e VRI - os utentes mesmo com constrangimento da via, ignoram a auto-estrada. Fila até ao viaduto do Metro da estação de Custóias.

Rotunda do Nó de Custóias, para entrada na A4 e VRI - os utentes mesmo com constrangimento da via, ignoram a auto-estrada. Fila até ao viaduto do Metro da estação de Custóias.


Faço diariamente o  trajecto entre Guifões - Leça do Balio e vice-versa, pela A4, onde habitualmente gasto cerca de 10 minutos, pelos 8 Kms. Hoje resolvi fazer o trajecto por dentro do Concelho. Saí de Leça do Balio às 18H15 e cheguei a Guifões às 18H50. Como pude verificar, centenas de automobilistas fizeram o mesmo. Apesar da fraca qualidade das fotos, aqui fica o registo do crime contra os habitantes deste concelho.

Carlos Alberto Ferreira

domingo, 17 de outubro de 2010

A cegueira politica de quem vive de joelhos perante o poder central, pode matar o que resta da economia desta região

"Si yo voy con mis cinco euros en el bolsillo, me tienen que cobrar, no tengo por qué estar obligado a comprar ningún dispositivo", explica el presidente de la patronal, José Manuel Fernández Alvariño.
Jornal: El Mundo
http://www.elmundo.es/elmundo/2010/10/15/galicia/1287161465.html

Conforme se pode verificar, os próprios Espanhóis, consideram esta situação um atentado contra a economia da região Norte, pois o  sistema de cobrança é confuso, e caro, para os residentes fora do território nacional.
O poder central, na ânsia de tudo querer cobrar, está a cometer um atentado contra um dos principais investimentos lideres da anterior legislatura, o IKEIA.  Só por desconhecimento ou por cegueira politica de quem vive de joelhos perante o poder central, se deixa que este investimento sofra a erosão de uma parte significativa dos seus utilizadores e clientes, que vêm da vizinha Galiza. E depois o que fazer com mais desemprego, quando as estruturas locais não têm capacidade para o absorver, nem as autoridades concelhias têm resposta para o problema. Talvez não saibam que dentro em breve a mesma rede comercial abrirá na Corunha uma superfície semelhante. A mesma situação se passa com o Aeroporto de Pedras Rubras, que hoje em dia já atrai cerca de meio milhão de utilizadores Galegos.
O problema aqui é evidente. O método de cobrança é confuso e torna-se dispendioso, 77€, para 76Kms. Não querendo a revogação da cobrança, até porque quem andar na A9 na Galiza paga os olhos da cara, a alternativa, para o problema passa pela retirada dos pórticos na A4 entre S. Mamede Infesta e a saída de Custóias. Assim, quem nos visita, vindo da Galiza, utilizaria a A3, pagaria a portagem pelos métodos convencionais, não havendo assim confusões com o modo de pagamento. Sairiam na saída da A4 percorrendo-a até à confluência com a A 28 sentido Viana do Castelo, quem quiser ir para o IKEA, ou para o Aeroporto sairiam na VRI.

Carlos Alberto Ferreira

Portugal implanta el peaje más caro y caótico del mundo

Si usted vive en Galicia y quiere viajar a Portugal prepárese para pagar el peaje más caro del mundo: 77 euros por un tramo de 76 kilómetros. Desde este viernes se ha implantado en el país vecino una tasa para la nueva autovía A-28, que discurre por la costa, y para la circunvalación de entrada en Oporto. Más de un euro por kilómetro es la tarifa que deberán abonar todos aquellos que circulen por primera vez desde la localidad de Viana do Castelo hasta la capital del Douro.

El tráfico de pasajeros hacia el aeropuerto Sá Carneiro (utilizado por 420.000 gallegos al año) o a multinacionales como Ikea ha aumentado en los últimos años de forma considerable y el telepeaje se convierte en una gran amenaza.

El Mundo

Carlos Alberto

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Cobrança da Scut A4 - um crime contra o Concelho de Matosinhos

Os dirigentes do PS Porto deveriam neste momento manter uma atitude de Low Profile, pelo menos em respeito pelos socialistas que têm de dar a cara, todos os dias, por alguns erros deste Governo.
Sempre defendi que as chamadas SCUT's deveriam acabar. Desde que Santana Lopes, em 2004, pegou no assunto, fui o único socialista, que eu conheça, em Matosinhos a concordar com ele. De facto não há, nem havia, razões para a proliferação de Scut's, no litoral. na sua génese as Scust's existiam para o desenvolvimento do Interior mais carenciado, onde nenhuma empresa arriscaria a investir numa Auto-Estrada, em que o retorno do investimento era muito demorado.
Mas agora, na ânsia de tudo cobrar, cometeram-se erros:
1º - A cobrança não arranca em simultâneo em todo o País. O Norte começa a pagar primeiro.
2º - O valor das portagens não são iguais e em certos concelhos o valor é demasiadamente excessivo. Não há coerência nos valores.
3º - No que me diz respeito o pagamento de portagens na A4, entre o nó de Custóias e S. Mamede Infesta, ou seja, o percurso da A4 que atravessa o concelho de Matosinhos, e que veio colmatar uma lacuna no que concerne à mobilidade dos seus residentes, a introdução de uma medida de cobrança aos utilizadores desta via, afectará irreversivelmente a mobilidade sustentada dos Matosinhenses, bem como o seu desenvolvimento e integração solidária da sua população. Esta medida, acabada de ser implementada, discriminará pela negativa os cidadãos de Matosinhos, que serão cobrados por trajectos rápidos urbanos. A A4 é uma estrutura que complementa uma rede viária concelhia a qual se encontra, há muito, saturada.
Em tempos recentes, foi-me dito por um responsável federativo, que havia um estratégia para a questão das Scut's, no Porto. Que havia optado pela negociação em silêncio, evitando por-se em bicos de pés, o que poderia prejudicar os interesses da região. Pois está à vista os efeitos dessa "negociação". Somos os primeiros a pagar e a pagar os valores mais caros por Km. Quanto à estratégia estamos conversados. E aqui não me quero alongar mais, pois a campanha interna já terminou e os militantes já se pronunciaram. Mas não me calam a revolta, por ver um PS ineficaz na defesa dos interesses das populações que dizem representar. Podemos estar muito contentes connosco próprios com resultados recentes, o problema vai ser quando o povo falar nas urnas. Aí não vai haver pagamento de quotas suficiente para conter os danos.Talvez, quando muitos dos que agora se congratularam com a medida começarem a pagar na VCI (já repararam que agora é a A20), para se deslocarem dentro da cidade e concelho do Porto, mudem de opinião.

Carlos Alberto Ferreira

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Aniversário dia 15 de Outubro

Na próxima 6ª feira eu e a Maria fazemos 23 anos de casados. Como prenda de aniversário, vou leva-la ao lugar mais caro de Matosinhos. Vamos viajar de carro no troço da A4 entre a Avª da República e a saída para S. Mamede Infesta.

Carlos Alberto

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Foge, foge que é uma SCUT.

Os estrangeiros que nos visitam vão começar a rir à gargalhada quando descobrirem que, para os portugueses, as SCUTS são auto-estradas, mas as auto-estradas não são SCUTS.

As isenções e o pagamento das SCUTS são das maiores obras de "engenharia" que Portugal produziu desde a barragem de Cabora Bassa. O último prego neste caixão foi anunciado pelo Ministério das Obras Públicas: "os veículos com matrícula estrangeira estão obrigados à utilização de um dispositivo electrónico". Os nossos hermanos, quando aqui entrarem para comprar um galo de Barcelos, ou qualquer estrangeiro que nos visita, nem vão acreditar no que lhes vai acontecer. Primeiro vão ter de estudar, antes de entrar em Portugal, o que são SCUTS e o que são auto-estradas. E, logo aí, vão começar a rir à gargalhada quando descobrirem que, para os portugueses, as SCUTS são auto-estradas, mas as auto-estradas não são SCUTS. Depois, assim que passarem a fronteira, começa a grande odisseia: como adquirir o "dispositivo electrónico" pré-pago; que quantia deixar em "depósito" e outras interrogações próprias de qualquer viajante. Finalmente, à saída, dirá o marido: estes portugueses são complicados. Ao que a mulher responderá: o melhor é não voltarmos cá mais.  A descrição parece caricaturada, mas na realidade é o que se vai passar. Depois do fado, seremos distinguidos pelas SCUTS. Este é um exemplo de como a electrónica é utilizada para complicar e não para simplificar.

Tomás Vasques

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A minha Filha é riquíssima.

A minha filha de 14 anos também vai ser chamada a pagar a crise. Descobri que tinha cá em casa uma milionária sem o saber. Vai pois ficar sem os 22€ de abono que recebia por via das dúvidas.
De pequenino é que se torce o pepino.

Carlos Alberto

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Espalhar merda é fácil. O difícil é tomar decisões.

Há decisões que tomamos na vida que depois temos que arcar com as respectivas consequências. Sejam boas ou más elas irão nos acompanhar para sempre. As decisões  mais difíceis e amargas duram mais. Sempre tive por lema que é melhor ter pecado por excesso do que por omissão. Ficará a minha a consciência tranquila, por tudo ter feito para ter encontrado a "solução" para um problema presente e futuro. 

Terei sempre de estar capaz a tomar  decisões difíceis, que inclusive possam afectar alguém próximo. No momento em que a decisão está tomada não posso duvidar, é o momento da acção, de leva-la à pratica, de colocar todo o empenho e seguir em frente.

No entanto, tenho de aceitar que as decisões possam mais tarde gerar equívocos. Dai, só me resta tirar as conclusões pertinentes, analisando o motivo dos mesmos com vista a evitar que possam voltar a repetir-se no futuro.

"O fraco fica em dúvida antes de tomar uma decisão; o forte, depois."
(Karl Kraus)

Carlos Alberto

domingo, 10 de outubro de 2010

A feira das vaidades.

Hoje li algo numa pastelaria em Vila Real, que bem se pode adaptar a Matosinhos:


"As vaidades compram-se e vendem-se, em Matosinhos, à mesa do café."

 

 Carlos Alberto

Sabemos que perdemos SIM, mas ganhamos gente SIM, CLARO!

Derrota, sim claro, mas valeu pena? Sim claro genuinamente e com alma, estivemos num projecto que não morre aqui claro, para o bem do PS Porto e Nacional. Através dos Delegados e de todos aqueles que farão parte da Comissão Politica e outros Órgãos Distritais, que valorizarão com toda a certeza o Partido Socialista no Porto, sendo o Partido o mais IMPORTANTE.

"Camaradas, alcançamos 46% (4700 votos) e a outra candidatura (5500 votos) 54%, pela confiança que transmitiram e pelo empenho neste projecto que agora começa, o Meu Muito Obrigada! Conto consigo!

José Luís Carneiro"


Joaquim Paulo

Resultados em Leça do Balio

Com atraso, pelo envolvimento ontem em toda a eleição, particularmente em Leça do Balio que deu o 3º melhor resultado de Matosinhos ao José Luís Carneiro:

Lista A: 33 Votos Lista B: 30 Votos (um grande resultado, quando nos auguravam um Xito, e ficamos num empate técnico ou se quiserem numa vitória mitigada)

Delegados: Lista A: 3 Lista B: 2

Um Obrigado a todos que acreditaram, e continuarão a acreditar neste projecto,e nesta equipa que desde as eleições em Março, conquistou, agora num universo menor, mais três votos, tendo a outra equipa, do secretariado, perdido 10 votos).


Renato Sampaio ganhou 54%, contra 46 de José Luís Carneiro Parabéns ao vencedor.

No entanto, como referi em post anterior, nada ficará na mesma, a proximidade dos resultados a envolvencia de mais de 10 mil militantes obriga ao diálogo e à capacidade de construir novas ideias em conjunto, não há mais lugar ao "dictat" e à arrogância, esta é a virtude que os resultados também ditaram.

Joaquim Paulo

Sondagens

Resultados das duas últimas sondagens da Intercampus: Outubro e Julho.

LEGISLATIVAS

PSD  —  35,2% Outubro —  39,2% Julho
PS —  32% — 34,4%
PCP —  11,1% — 9,5%
BE —  10,6% — 9%
CDS-PP —  9,1% — 5,9%

Que significado dão os passistas ao trambolhão de 4% do PSD? E à subida de 3,2% do CDS-PP?

PRESIDENCIAIS

Cavaco Silva —  55,5% Outubro — 59,4% Julho
Manuel Alegre —  30,7% — 26,8%
Francisco Lopes —  5,6% — Não estava na corrida em Julho
Fernando Nobre —  4,9% — 9,1%
Defensor de Moura —  1,2% — 2,9%

Entre Julho e Outubro, Cavaco perdeu 3,9%. Ou seja, exactamente o que Alegre subiu. Com a entrada em cena do PCP, Nobre perde 4,2% e Moura 1,7%.

  Eduardo Pitta

sábado, 9 de outubro de 2010

Aos vencidos

"Um guerreiro aceita a derrota como derrota, e não se engana dizendo "não era importante"

Paulo Coelho (escritor)

Carlos Alberto

Ao vencedor.

Parabéns ao vencedor, Renato Sampaio. A partir de hoje será o homem que liderará os destinos do Distrito do Porto do PS.

O Movimento de Esperança conseguiu um excelente resultado, mas insuficiente para eleger José Luís Carneiro. Fizemos uma excelente campanha. Alguns excessos de ambas as partes poderiam ser evitados. Deveremos todos, vencidos e vencedores, fazer uma análise de algumas situações e evitar que voltem a acontecer.

Carlos Alberto

Resultados de eleições, nos últimos 2 anos em Guifões.

09/10/10


Resultados da eleição de Delegados ao Congresso e Presidente da Distrital em Guifões

Eleição de Delegados;
Votantes:51
Lista A :19
Lista B :30
Brancos: 02 

Eleição do Presidente da Federação;
Votantes:51
Lista A - Renato Sampaio:09
Lista B - José Luís Carneiro:42

_____________________________________________

 25/10/08


Resultados da eleição de Delegados ao Congresso e Presidente da Distrital em Guifões

Eleição de Delegados;
Votantes:32
Lista A :32

Eleição do Presidente da Federação;
Votantes: 32
Lista A - Renato Sampaio: 31
Lista B - Pedro Baptista: 00
Lista C - Eduardo Saraiva: 01

_________________________________________________________________

17 de Abril de 2010
Secção Residencial de Guifões:                 Comissão Politica Concelhia:
Votantes: 37
Lista A           - 36      votos                     Lista A            - 36       votos                       
Votos Brancos - 01                                  Votos Brancos - 01
Votos Nulos     -  0                                   Votos Nulos     -  0

______________________________________________________________

05 de Abril de 2008

Secção Residencial de Guifões:              Comissão Politica Concelhia:
Lista A - 35 votos                                 Lista A - 29 votos
Votos Brancos -04                                Lista B - 10 votos 
Votos Nulos    -  0                                Votos Brancos - 0
                                                             Votos Nulos    -  0

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Porto um Porto de Esperança Uma candidatura Plural

Por um Porto de Esperança - José Luís Carneiro

Por um Porto de Esperança - José Luís Carneiro












DIGNIDADE, POSTURA, ELEVAÇÃO, DEFESA DA REGIÃO - O PRESIDENTE QUE O PS PORTO DESEJA


Notinha: pelos vistos há uma militante de Matosinhos muito preocupada pelo facto de RS não ter Lista em Baião. Que saibamos ninguém foi impedido, provavelmente talvez não exista é militantes interessados...de todo o modo sabendo dessa situação só tem de reinscrever-se nessa concelhia e a própria assumir a candidatura.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

É SEMPRE TEMPO DE TOMAR PARTIDO: VOTA “POR UM PORTO DE ESPERANÇA”

 Como diz o poeta, camarada, Manuel Alegre:

“…todo o tempo é sempre tempo de tomar partido, todo o tempo é sempre tempo de combate. Então ocorrem-me outros versos de Sophia:

“Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos”

E volto a sentir a alegria e o prazer da política. Mesmo que me digam que esta batalha está perdida, repito para mim próprio: só é vencido quem desiste de lutar. E sei que não há maior vitória do que esta: estar onde se deve estar, com os seus, pelos seus.”


publicado por Manuel M. Oliveira

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Não sendo oportunistas, nem fazendo campanha em causa própria, afirmamos que a maioria dos que aqui escrevem


Apoiam sem reservas, desinteressadamente e de forma empenhada a candidatura de 
José Luís Carneiro à Federação Distrital do Porto do PS. 

VOTEM NA LISTA   B
 Aos que na política só sabem estar através da provocação, afirmamos, com serenidade, que qualquer que seja o resultado, a partir de 10/10/10 todos somos poucos para continuar a servir o PS.  

domingo, 3 de outubro de 2010

A FORÇA DA ESPERANÇA EM GUIFÕES-MATOSINHOS A CAMINHO DE DIA 9









GUIFÕES DIA 2 de Outubro




O Movimento da Esperança, mostrou que, sejam quais forem os resultados dia 9, nada mais será igual no PS Porto. A adesão, as intervenções, a liberdade que se respirou, o pensamento livre, mostra como um outro PS Porto é possível, mais forte, porque ambicioso, menos subserviente, mas mais solidário, na solidariedade que se constrói no debate, mais qualificado e generoso, mais solidário, recentrando a sua atitude na valorização dos valores centrais do PS, principalmente num momento tão difícil, onde só alguém com uma forte proximidade à sociedade civil conseguirá dialogar e transmitir mensagens fortes de que desafiem a frustração e o medo, e criem a Esperança: José Luís Carneiro!


Até dia 9, não podemos baixar os braços, cada militante é uma esperança!



Joaquim Paulo

PS: Obrigado Carlos, Em Matosinhos há quem preserve os valores dos Irmãos Passos!

Porque ficaram de fora as reformas milionárias?

Ao invês de algumas medidas penalizadoras de rendimentos mais baixos não se penalizou as reformas chorudas

Intervenção de Joana Lima 2 de Outubro Guifões

Intervenção de Carlos Alberto Ferreira 2 de Outubro Guifões

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Já não há estômago para tanto jantar!...

Os economistas dizem que "não há almoços grátis", mas sabemos que há quem ofereça jantares. Notamos agora que o apetite começa a rarear. Mesmo tentando apoios em redor de uma mesa, começa a crescer a consciência que estas refeições passaram de validade.
Alguns sentem que poderão ter dificuldades em digerir tudo
Como um grande poeta dizia que “todo o mundo é composto de mudança” poderíamos acrescentar:
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se come já como se comia.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

E se uns descamisados incomodam muita gente, muitos descamisados incomodam muito mais

Camarada R, temos que lhe deixar aqui a devida homenagem: soube chamar os nomes às coisas e num momento de grande ilustração soube recordar-nos que os povos nunca passam anónimos na História.
Corria o ano de 1945 e a Argentina conhecia grandes convulsões sociais. A 17 de Outubro, centenas de apoiantes de Juan Peron – naquele momento aliado dos sindicalistas e trabalhadores – reuniram-se na praça de Maio, frente à Casa Rosada pedindo a libertação de Peron e de outros activistas. Era um dia de calor e para se refrescarem banhavam os pés na fonte da praça e despiam as camisas. A direita designou-os de “descamisados”: tão pobres que nem uma camisa eram capazes de comprar… Rapidamente o termo foi assumido como uma expressão de orgulho.
Hoje ser um “descamisado” é ostentar o trabalho e a condição de trabalhador como fonte de orgulho e dignidade pessoal.
Camarada R., quando nos apelida de “descamisados” enche-nos de orgulho. Ser “descamisado” hoje  é uma forma de honrar os que, generosamente, lutaram pela liberdade e dignidade dos trabalhadores e solidariamente, não arredaram pé perante a necessidade da libertação do seu líder. Mas também é honrar a alma dos “sans culotes” franceses que incorporaram a revolução de 1789 a 1799… Ou o movimento dos “descamisados” ou “sem terra”de Lula no Brasil… A História está cheia de momentos em que o povo dedicou-se generosamente a uma causa e decidiu o seu destino.
Estes “descamisados” farão jus ao seu nome: no dia 9 não arredaremos pé desta ambição de trazer o PS, firmemente, para junto dos interesses dos trabalhadores, dos democratas, dos cidadãos, de todos aqueles que “descamisados” vestem o sonho da República e da Democracia.

Paulo del Pino Fernandes

Irlanda - deficit de 32%

La crisis de la banca hunde a la economía irlandesa

La inyección de fondos públicos eleva el déficit presupuestario al 32%

daqui

A austeridade em Espanha, está a dar este resultado. Puxa-se a manta para cobrir a cabeça, descobrem-se os pés.

Moodys baixa irating/i da Espanha devido à fraca perspectiva de crescimento - Economia - PUBLICO.PT

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Leça da Palmeira 25/9 José Luís Carneiro fala sobre a expusão de Narciso Miranda

A CAMINHO DO DIA 9: O DIA DOS DESCAMISADOS DO PS PORTO




Ontem em Vila Nova de Gaia, A Força da Esperança Manifestou-se novamente, num Movimento Imparável que irá Conduzir José Luís Carneiro e toda a Equipa da Liberdade, dia 9, à Vitória.
E esta Será, Acreditem: A Vitória Dos Descamisados do PS, A Vitória daqueles que nunca esperaram nada sempre deram tudo ao PS Porto, e viram ser-lhes atribuído um rótulo que com todo o prazer assumimos. DIA 9, Será o Dia dos Descamisados do PS Porto !

Joaquim Paulo

domingo, 26 de setembro de 2010

O 2º Mandamento - Não invocar o santo nome do Senhor (de Matosinhos) em vão.

Para os crentes, na fé cristã, o enunciado no 2ª Mandamento deverá ser cumprido fielmente, sob pena de se estar a pecar contra a Lei de Deus. Ora no Distrito do Porto, nos dias que correm,  invocar o nome do Senhor (de Matosinhos) em vão, é o pecado mais praticado pelos seguidores de uma fé que acredita na manutenção do Statu quo.  Acho que a seguir a estes, só os artistas do cinema porno: "Oh My Good, Oh My Good, Oh My Good" o invocam mais vezes!
Por estranho que pareça, mas quem é que já vai estranhando alguma coisa nesta Terra de Talibãs e Mar, quer os Cristãos-Novos, quer os que já nasceram na fé, mais não fazem do que invocar, todos os dias, e em todas as circunstâncias, o nome do Senhor (de Matosinhos). Este tornou-se o seu seguro de vida política. São pois no momento as criaturas, que tendo enjeitado o criador, agora lhe invocam o nome, para continuarem a aceder ao reino dos céus.  Confusos? Eu não.

Carlos Alberto Ferreira




quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Eu sou um "descamisado".

Ontem na apresentação aos militantes de um candidato à Federação, ouvi este dizer, no final da sua intervenção, que com a outra candidatura estão os "descamisados". Não gostei do modo como a expressão foi utilizada. Para mim, os"descamisados" são o povo. Parece-me que muitos socialistas se esqueceram que é para os "descamisados" que devem trabalhar todos os dias. É ao lado dos pobres que devemos estar e tudo fazer para encontrar a forma para que sejam criadas as condições necessárias á ascensão e dignidade social dos "Descamisados". Sem paternalismos. Bem dizia Mário Soares, que falta "alma" a este PS.

Carlos Alberto Ferreira

domingo, 19 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Idosos carenciados ficam sem remédios gratuitos

Fico à espera que explicação o Sr. Secretário de Estado da Saúde e Presidente da Concelhia do PS Porto, Dr. Manuel Pizarro vai-nos dar para justificar esta medida. Sinto-me envergonhado com este tipo de coisas. Enviei e-mail de protesto ao senhor doutor.

PS: Já obtive a resposta por parte do visado (Dr. Manuel Pizarro). No entanto, a mesma não me satisfaz e peca por discriminatória.

Política, porquê?

Fórum Saúde - Alfândega - 18 Setembro 15H00

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Manuel Alegre : Apoio Manuel Alegre (e, transparentemente, eis porque o declaro)

Manuel Alegre : Apoio Manuel Alegre (e, transparentemente, eis porque o declaro)

Em democracia o pior que pode acontecer é perder-se por falta de comparência

Observar o nível rasca de discussão, que uns, poucos, pretendem para a próxima campanha eleitoral, qualifica-os e desqualifica-os.
Da parte de quem tem ideias e um projecto, de quem vai á luta sem calculismos eleitorais, não deverá haver comentários. Nunca um projecto para a Nação se poderia confrontar com este miserabilismo intelectual.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

ALEGRE, O CANDIDATO DOS COMPROMISSOS


Manuel Alegre fez, no pretérito e simbólico no passado dia 11, a reentre da campanha eleitoral com vista à sua eleição presidencial que acontecerá em Janeiro próximo e fê-lo assumindo um conjunto de compromissos os quais, segundo ele próprio e conforme grande parte da população reconhece, o seu mais directo opositor (ainda que não assumido) o não pode fazer, tanto pela sua postura de ambiguidades assim como pelo vínculo comprometido que tem com a ala mais conservadora e retrógrada da sociedade portuguesa.
De forma clara e inequivocamente assumida MA referiu que com ele na presidência os portugueses têm a garantia que:
  • “Nenhum governo nem a Assembleia da República” aprovarão leis que visem despedimentos sem justa causa;
  • Que o serviço nacional de saúde, tendencialmente gratuito, não será substituído pelos hospitais privados;
  • Que o ensino particular e cooperativo não tomará o lugar do ensino público, com ele conviverão de forma harmoniosa e em complementaridade;
  • Que a ética republicana e os restantes valores que consubstanciam uma são vivência democrática serão uma exigência constante à governação da administração publica, directa e descentralizada, assim como à administração autárquica. A mesma exigência será feita aos actores económicos, políticos e sociais.
  • A economia e a política serão instrumentos colocados, mais igualitariamente, à disponibilidade de todos de modo a que se diminuam as assimetrias económicas e sociais que ultimamente se têm acentuado tanto no país como na Europa, a cujo espaço político pertencemos, e no mundo onde temos obrigação de influir mais convictamente.
O candidato, Manuel Alegre, assume compromissos que, pelo menos alguns, outros, efectivamente, não têm condições de assumir.
A eleição não está certa nem segura, têm, o candidato e seus apoiantes, muito trabalho pela frente. Sendo eleito nós, por aqui, estaremos para relembrar estes e os mais compromissos assumidos.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A transigência dos intransigentes


É muito estranho que aqueles que se insurgem contra as dissonâncias de Alegre, em face da linha dominante no PS, em conjunturas passadas, não hesitem agora, por si próprios, em fazer aquilo que consideram um pecado mortal quando cometido por ele.


De facto, quem pensar que outros têm um dever absoluto, de nunca estarem em contradição com a linha dominante de um partido a que pertençam, não é coerente consigo próprio se depois se autorizar a estar contra essa linha noutra circunstância. Por isso, os que se recusam a apoiar Alegre por causa de alegadas dissonâncias em face do PS, estão afinal agora a praticar aquilo que lhe censuram.


Isto para não falar num outro estranho esquecimento: sem o contributo político de Manuel Alegre teria sido praticamente impossível que tivéssemos reconquistado a Presidência da Câmara de Lisboa. E já agora recordem também a presença de Alegre, enormemente ovacionada no Comício de Coimbra das últimas legislativas. Enfim, memórias selectivas.


Mas se posso compreender a lógica de ressentimento que leva alguns socialistas a não apoiarem o candidato apoiado pelo PS, mesmo que de modo algum a partilhe ou ache razoável, já me parece verdadeiramente absurdo que algum socialista possa pensar sequer em apoiar um candidato politicamente oportunista como é o caso do Nobre, que ainda por cima é um protagonista de relevo na pequena legião reaccionária que segue o candidato miguelista ao inexistente trono português e já se revelou durante a campanha como um banal expoente da direita ideológica. Digo que é politicamente absurdo para não dizer que é civicamente vergonhoso para qualquer republicano, para qualquer socialista, que não seja politicamente tonto apoiar o tal Nobre.

Manuel Alegre e o serviço militar

General Comandante da Região Militar de Angola recomenda a passagem à disponilidade do Alferes Manuel Alegre de Melo Duarte
General Comandante da Região Militar de Angola recomenda a passagem à disponilidade do Alferes Manuel Alegre de Melo Duarte
 
Manuel Alegre e o serviço militar
 
Para conhecimento de quem estiver interessado, divulga-se o registo do serviço militar de Manuel Alegre de Melo Duarte, que pode ser confirmado pelas entidades competentes, nomeadamente o Estado Maior do Exército.
  • Agosto de 1961: incorporação, como cadete, no Curso de Oficiais Milicianos, na Escola Prática de Infantaria, em Mafra.
  • Dezembro de 1961: fim do Curso acima referido com aprovação e promoção a Aspirante a Oficial Miliciano.
  • Dezembro de 1961: colocação no Batalhão de Infantaria 18, Arrifes, Ponta Delgada, São Miguel, Açores.
  • Julho de 1962: mobilização para Angola, passagem pelo Quartel Geral dos Adidos, em Lisboa, partida de avião, como Alferes Miliciano de Infantaria, para Luanda, onde é colocado numa Companhia da Guarnição Normal, comandada pelo Capitão Cruz Silva, do Regimento de Infantaria de Luanda, cujo Comandante é o Tenente Coronel Garcês de Lencastre.
  • O seu pelotão recebe como missão a realização de escoltas para o Norte, nomeadamente Quicabo, Beira Baixa, Nambuangongo e Quipedro. Protege colunas de civis e de reabastecimento e recolhe paraquedistas lançados na região dos Dembos. Várias vezes debaixo de fogo, a primeira das quais entre Nabuangongo e Quipedro.
  • Colocado pelo Comandante do Regimento de Infantaria de Luanda (RIL) em Quicua, na região da Muxima.
  • Cerca de um mês e meio depois, é transferido para o Regimento de Infantaria de Sá da Bandeira de onde, posteriormente, segue para Sanza Pombo, integrado numa Companhia comandada pelo Capitão Fernando Sousa (hoje Coronel Reformado, residente nas Caldas da Rainha).
  • O seu pelotão vai para o aquartelamento de Quixico, perto da fronteira com o Congo, onde se junta a outro pelotão, comandado pelo Alferes Miliciano Nuno Teixeira.
  • Em Março/Abril de 1963, é evacuado por motivo de doença ('zona') para a sede da Companhia em Sanza Pombo.
  • Depois de recuperado, recebe guia de marcha para se apresentar no Quartel General, em Luanda, para onde segue, a partir da Base do Negage, por via aérea.
  • Apresenta-se no Quartel General e recebe ordens para aguardar em casa novas instruções.
  • Alberga-se na residência do seu amigo, Alferes Miliciano de Infantaria, António Flores de Andrade.
  • Em 17 de Abril de 1963 apresenta-se nesta residência o Capitão de Cavalaria Cruz Azevedo. Pede desculpa de trajar à civil, afirmando que recebeu instruções nesse sentido, e mostra ao Alferes Miliciano Manuel Alegre de Melo Duarte uma ordem de prisão.
  • Manuel Alegre de Melo Duarte veste a sua farda e é conduzido pelo Capitão à Casa de Reclusão Militar, onde passa uma noite.
  • No dia seguinte, o Comandante da Casa de Reclusão entrega-lhe um documento de passagem à disponibilidade, assinado pelo Chefe do Estado Maior da Região Militar de Angola, Tenente Coronel Bettencourt Rodrigues. Informa-o de que tem de se vestir à civil e que a PIDE o espera à porta da Casa de Reclusão.
  • É detido por uma brigada da PIDE chefiada pelo inspector Pottier, sendo conduzido para a prisão de São Paulo.
  • Aí passa seis meses, sob a acusação de tentativa de golpe militar contra o regime do Estado Novo.
  • Findo esse período, é libertado com termo de identidade e residência em Luanda.
  • Como não é reintegrado no Exército nem enviado para a Metrópole, pede uma audiência ao Chefe do Estado Maior da Região Militar de Angola, que lhe é concedida. Manifesta estranheza pela sua situação e pelo facto de, sendo Oficial, ter sido entregue à PIDE.
  • Três dias depois da audiência o Chefe do Estado Maior da Região Militar de Angola ordena o seu regresso a Lisboa, na situação de disponibilidade.
  • Parte no "Vera Cruz" e chega em Dezembro de 1963.
  • A PIDE fixa-lhe termo de identidade e residência em Coimbra.
  • Em Maio de 1964 é avisado de que corre o risco de ser preso pela polícia política.
  • Refugia-se em Lisboa, na casa do poeta João José Cochofel. Dias depois é levado por este para a casa de Rui Feijó, a Casa de Vilar, na Senhora da Aparecida, Concelho de Lousada. Daí parte em Julho de 1964 para o exílio, com a ajuda dos Drs. Armando Bacelar e Montalvão Machado, em cuja quinta, perto de Chaves, atravessa clandestinamente a fronteira.
Encontrava-se na situação de disponibilidade e com o serviço militar cumprido.
  • Regressa a Portugal em 2 de Maio de 1974.
daqui
 

Manuel Alegre : Biografia

Biografia

Manuel Alegre de Melo Duarte nasceu a 12 de Maio de 1936 em Águeda. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, onde foi um activo dirigente estudantil. Apoiou a candidatura do General Humberto Delgado. Foi fundador do CITAC – Centro de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra, membro do TEUC – Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra, campeão nacional de natação e atleta internacional da Associação Académica de Coimbra. Dirigiu o jornal A Briosa, foi redactor da revista Vértice e colaborador de Via Latina.

A sua tomada de posição sobre a ditadura e a guerra colonial levam o regime de Salazar a chamá-lo para o serviço militar em 1961, sendo colocado nos Açores, onde tenta uma ocupação da ilha de S. Miguel, com Melo Antunes. Em 1962 é mobilizado para Angola, onde dirige uma tentativa pioneira de revolta militar. É preso pela PIDE em Luanda, em 1963, durante 6 meses. Na cadeia conhece escritores angolanos como Luandino Vieira, António Jacinto e António Cardoso. Colocado com residência fixa em Coimbra, acaba por passar à clandestinidade e sair para o exílio em 1964.

Passa dez anos exilado em Argel, onde é dirigente da Frente Patriótica de Libertação Nacional. Aos microfones da emissora A Voz da Liberdade, a sua voz converte-se num símbolo de resistência e liberdade. Entretanto, os seus dois primeiros livros, Praça da Canção (1965) e O Canto e as Armas (1967) são apreendidos pela censura, mas passam de mão em mão em cópias clandestinas, manuscritas ou dactilografadas. Poemas seus, cantados por Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, tornam-se emblemáticos da luta pela liberdade. Regressa finalmente a Portugal em 2 de Maio de 1974, dias após o 25 de Abril.

Entra no Partido Socialista onde, ao lado de Mário Soares, promove as grandes mobilizações populares que permitem a consolidação da democracia e a aprovação da Constituição de 1976, de cujo preâmbulo é redactor.

Deputado por Coimbra em todas as eleições desde 1975 até 2002 e por Lisboa a partir de 2002, participa esporadicamente no I Governo Constitucional de Mário Soares. Dirigente histórico do PS desde 1974, é Vice-Presidente da Assembleia da República desde 1995 e é membro do Conselho de Estado (de 1996 e 2002 e de novo em 2005). É candidato a Secretário-geral do PS em 2004, naquele que foi o mais participado Congresso partidário de sempre.

Em 2005 candidatou-se à Presidência da República, como independente e apoiado por cidadãos, tendo obtido mais de 1 milhão de votos nas eleições presidenciais de 22 de Janeiro de 2006, ficando em segundo lugar e derrotando o candidato oficial apoiado pelo PS.

Em 23 de Julho de 2009 despediu-se do lugar de Deputado, que ocupou durante 34 anos e que deixou por vontade própria nas legislativas de Setembro. Foi reeleito para o Conselho de Estado em Novembro de 2009.

Em Janeiro de 2010 anuncia a sua disponibilidade para travar o combate das presidenciais em 2011 e em Maio de 2010 apresentou formalmente a sua candidatura à Presidência da República.

É sócio correspondente da Classe de Letras da Academia das Ciências eleito em Março de 2005.

Sobre a sua obra poética, reeditada sucessivas vezes, Eduardo Lourenço afirmou que "sugere espontaneamente aos ouvidos (...) a forma, entre todas arquétipa, da viagem, do viajante ou, talvez melhor, peregrinante". O livro Senhora das Tempestades (14.000 exemplares vendidos num mês) inclui o poema com o mesmo nome, que Vítor Manuel Aguiar e Silva considerou "uma das mais belas odes escritas na língua portuguesa". Publicou os romances Alma (12 edições) e A Terceira Rosa , duplamente premiado. Segundo Paola Mildonian, Manuel Alegre "canta a dor e o amor da história com acentos universais, com uma linguagem que (...) recupera em cada sílaba os quase três milénios da poesia ocidental". No Livro do Português Errante , Manuel Alegre, segundo Paula Morão, emociona e desassossega: "depõe nas nossas mãos frágeis as palavras, rosto do mundo, faz de nós portugueses errantes e deixa-nos o dom maior (...) – os seus poemas". O seu livro Cão como nós vai na 19ª edição em português.


Manuel Alegre : Biografia

Manuel Alegre : A convicção de um apoio

Os portugueses, como todos os cidadãos do Mundo, têm consciência das dificuldades reais que se atravessam, por isso precisamos, na suprema magistratura de Portugal, de um HOMEM que saiba interpretar, a cada momento, as dificuldades e saiba cooperar, com quem tem a responsabilidade de governar o País, na procura de consensos, que permitam estabilidade. o PR não pode, a cada momento, ser o centro da instabilidade política, como acontece agora. Estamos prontos para, em conjunto, eleger o Presidente que o País precisa e os Portugueses desejam.

Manuel Alegre : A convicção de um apoio

Definitivamente o Coma Andante e o benjamim da família, converteram-se ao neoliberaismo.


Governo cubano anuncia redução de meio milhão de empregos


O Governo de Cuba anunciou o início imediato de alterações na política de emprego, que entre várias medidas vão implicar a redução de mais de meio milhão de empregos estatais até meados de 2011.

A Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), o único sindicato da ilha, publicou esta segunda-feira um «manifesto» que pela primeira vez oficializa os rumores que circulavam nas últimas semanas sobre uma redução drástica nos empregos do Estado. 
De acordo com o documento, a par desta eliminação maciça de empregos vai ocorrer «um incremento no sector não estatal» através de «novas formas de relação laboral não estatal como alternativa de emprego: arrendamento ou usufruto, as cooperativas e o trabalho por conta própria, para onde se vão deslocar centenas de milhares de trabalhadores nos próximos anos».
Todo este processo ocorrerá de forma gradual, mas a CTC adverte que «vai ser iniciado de imediato e pela sua magnitude vai abranger todos os sectores».
A central sindical também aludiu a uma «alteração do actual quadro laboral e salarial (...) pois já não será possível aplicar a fórmula de proteger ou subsidiar os trabalhadores com salários, e de forma indefinida», antes de sugerir que o actual sistema será progressivamente substituído pelo «pagamento por resultados».
Estas medidas, que constituem uma profunda alteração no sistema de trabalho cubano, foram precedidas por uma série de chamadas de atenção do Presidente Raul Castro sobre os encargos suportados pelo Estado e a necessidade de melhorar a produtividade e eficácia da economia de Cuba.

 tsf

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Precisamos de uma nova consciência e de uma nova masculinidade

A campanha dos verdes alemães contra o feminismo não é uma brincadeira. Eles inverteram os papéis da “luta de género” adoptando o mesmo método de vitimização que o feminismo utilizou para conseguir uma supremacia real (mas injusta) da mulher na sociedade. A sua luta pretende que os papéis de género sejam extintos em relação aos dois sexos.
Esta luta pela masculinidade vem  desde logo demonstrar que a esquerda já não é o que era. E depois, reconhece de facto que o feminismo é uma ideologia injusta e que deve ser combatida pela afirmação positiva e tradicional do homem.

sábado, 11 de setembro de 2010














José Luís Carneiro em Leça do Balio:


Sessão muito participada, debate vivo e aberto, discussão com base na proximidade e enlevo democrático.

Bom momento, para a Secção e nesta corrida vitoriosa com José Luís Carneiro!


Joaquim Paulo

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Os Verdadeiros Homens - Parabéns Carlos Alberto

Carlos,
Depois de uma mensagem de agradecimento que te deixei neste espaço, por me teres convidado para fazer parte do mesmo, não podia deixar aqui uma palavra de reconhecimento pela tua atitude em relação às calunias que tens vindo a ser alvo, não querendo aqui colocar ninguém em causa, até porque não conheço e nem quero conhecer aqueles que eventualmente foram capazes de mexer com a tua vida pessoal.
Por tudo isto estou aqui para dar-te uma palavra de força e reconhecimento pela humildade e verticalidade que demonstras ao assumir algo, que poderá e não é concerteza da tua responsabilidade. Quero dizer-te que independentemente das posições politicas que cada um de nós tem, a vida pessoal é algo de "sagrado" e que deve ser preservado ate às ultimas consequências, até porque na vida pessoal todos nós temos uns "telhados de vidro" por muito pequenos que sejam, e portanto a pedra que pode ser atirada poderá ter um enorme ricochete.
Quanto à posição de José Luís Carneiro, apenas estou mandatado para falar por ele em determinadas questões, mas nesta não estou, no entanto quem conhece JLC e priva politica mas sobretudo pessoalmente sabe que ele (JLC) só poderia ter esta atitude fosse com que Camarada fosse, porque tal como tu é um homem de valores e de afectos.
Carlos Alberto como saberás a vida politica e a causa publica tem destas coisas, basta ver como o Secretario Geral do nosso Partido tem sido violentamente atacado nos últimos anos, e sempre do ponto de vista pessoal e tem sempre resistido com elevação e dignidade, como tal sigamos esse exemplo.
Quanto a mim, reforço o que já referi, independentemente das posições politicas, terás aqui sempre um camarada e um amigo.
Força e Um Bem-Haja

Nuno Miguel Carvalho

sábado, 4 de setembro de 2010

Apresentação da Candidatura de José Luís Carneiro em Leça do Balio

No âmbito do compromisso de proximidade e diálogo, José Luís Carneiro, estará dia 9 de Setembro com os amigos e camaradas balienses, na sede da secção de Leça do Balio pelas 21h30m, para apresentar a sua candidatura e discutir as ideias com os militantes.

Compareçam o debate democrático no PS é decisivo para a vivência interna.



Joaquim Paulo