terça-feira, 31 de agosto de 2010

4 de Setembro - 17H00 - Rentrée do PS em Matosinhos



Dia 4 Setembro próximo, marca a rentrée nacional do PS em Matosinhos, pela primeira vez na história.
Trata-se de um momento de confraternização dos Socialistas provenientes de todo o País.
Não pode ser pretexto para afirmação de protagonismos  pessoais em lutas que se avizinham, nem servir para apelos a pretensas uniões,  que no fundo querem apenas tolher a diversidade e pluralidade do PS. 
Recentemente, para meu espanto e choque  ouvi um dirigente afirmar que:  "eles (quem?) querem criar uma nova lota". A afirmação só por si é uma ofensa. Uma ofensa ao PS. Uma ofensa a todos os socialistas que trabalharam estes anos para que o caso lota fosse ultrapassado. Mas se pelo partido parece que o respeito já vai sendo pouco, pelo menos, PELA MEMÓRIA DO PROFESSOR SOUSA FRANCO, CALEM-SE COM ESSE TIPO DE INSINUAÇÕES E CURVEM-SE EM SUA MEMÓRIA.
SÁBADO DIA 4 DE SETEMBRO, que ninguém falte. 
Carlos Alberto

sexta-feira, 20 de agosto de 2010


A ler:

Porque razão a candidatura “Porto Positivo” resolveu atacar pessoal e politicamente aqueles que livremente apoiam José Luís Carneiro?

"Questões como a defesa ou não da limitação dos mandatos dos Deputados, à semelhança das limitações já introduzidas aos mandatos dos autarcas; a defesa ou não de um processo simultâneo de implementação das Regiões Administrativas no território continental legitimadas democraticamente através do sufrágio directo e universal; a introdução de primárias internas para escolha dos candidatos do partido socialista aos vários actos eleitorais; as soluções e caminhos regionais que podem ser encontrados para a saída da crise que afecta a Região, com a necessária criação de mais riqueza, mais emprego e mais esperança para as populações, e em particular os mais jovens; constituem entre outras, questões de fundo, que devem ser debatidas e aprofundadas sem quaisquer medos e receios."José Manuel Ribeiro

Isto sim é muito importante ser discutido em debate aberto e amplo...




JPaulo

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Garcia Pereira: 'só falta' querer 'prender' o procurador - Portugal - DN

Garcia Pereira: 'só falta' querer 'prender' o procurador - Portugal - DN

Alguém da candidatura de RENATO SAMPAIO me explica a razão porque:

apresentando-se este, e bem, como um defensor acérrimo do governo de José Sócrates coloca no  blogue de apoio à sua  candidatura uma carta de um militante de Baião,a queixar-se do seu presidente de câmara, e camarada de partido, mas que anda a escrever e-mails com estas expressões:" (...)Sem grande formação, qualquer pessoa consegue constatar que os modelos supra referidos são divergentes e, por isso, parece despropositado procurar argumentar que o Governo de Sócrates tem procurado salvaguardar com determinação o essencial do modelo social europeu. Será que o tem procurado salvaguardar ou destruir??" Lá diz o velho ditado o inimigo do meu inimigo, meu amigo é! Renato Sampaio, não sai dignificado com este tipo de apoiantes que deitam por terra a sua tese de defesa intransigente e leal do governo do PS e do nosso primeiro-ministro e camarada José Sócrates. A publicação de tal "carta" revela sintomas de fraqueza politica e falta de confiança nos resultados das eleições para a federação.

A publicação deste tipo de documentos faz-me lembrar as eleições de 2005 e o que se dizia de Sócrates, que aqui não repito. Discutam-se projectos, não se baixe ao nível da pocilga. Para este peditório eu não dou.


Carlos Alberto

domingo, 1 de agosto de 2010

Manuel Alegre e o «direito» à resistência



O jornal «i» publicou ontem mais um texto sobre o passado militar de Manuel Alegre. Não me interessa a «acusação», mil vezes repetida, comentada e desmentida, quanto a uma hipotética condição de desertor que não foi (e se tivesse sido?!...), mas sim afirmações absolutamente extraordinárias, que ainda não vi comentadas, de um almirante, de seu nome Vieira Matias, que foi chefe do Estado-Maior da Armada, de 1997 a 2002.

Vieira Matias diz saber que Manuel Alegre não foi desertor, por ter sido mobilizado para Angola e ali ter permanecido até passar à disponibilidade (em Dezembro de 1963, com ordem de regresso, depois de preso pela PIDE e com residência fixa em Coimbra), mas que «isso é o que menos importa». Porque grave foi a sua acção na Rádio Voz da Liberdade, em Argel, que «criava danos psicológicos nas nossas tropas e incentivava o inimigo a combater mais violentamente». A guerra colonial era injusta para Manuel Alegre? «Poderia ser a opinião dele, mas não lhe dava o direito de criar condições para causar mais baixas nos seus compatriotas.»

Ou seja: em 2010, alguém, que exerceu um cargo da maior responsabilidade nas Forças Armadas, diz impunemente alarvidades destas e ninguém reage. Trinta e seis anos depois do 25 de Abril, põe-se em causa um candidato à presidência da República porque ele foi um resistente activo, não só mas também contra a guerra colonial, num exílio em Argel (que, garanto-vos eu, esteve longe de ser de luxo quando não foi mesmo de perigo), naquele que foi um instrumento da oposição portuguesa, absolutamente único: a Rádio Voz da Liberdade. Quantas notícias sobre o que se passava nas várias frentes de guerra não nos chegavam apenas através desse som que tentávamos, tantas vezes em vão, captar pela calada da noite, em rádios sempre mais ou menos roufenhos? Vem agora pôr-se em causa o «direito» à denúncia do que se passava em África? O «direito» à luta contra a ditadura?

O currículo do Vieira Matias não diz «onde é que ele estava no 25 de Abril». Não sei quem o nomeou para chefe do Estado-Maior da Armada. Mas, entre 1997 e 2002, o presidente desta República era Jorge Sampaio e o primeiro-ministro chamava-se António Guterres. A brandura dos nossos costumes e as cedências nalgumas nomeações têm um sabor amargo, mesmo alguns anos mais tarde. E, por vezes, pagam-se caras.

P.S. 1 – Dizem-me entretanto que Vieira Matias pertence actualmente ao Conselho das Antigas Ordens Militares, «nomeado por alvará do Presidente da República».

P.S. 2 - Justiça seja feita: acabo de saber que Vieira Matias «foi corrido» por Jorge Sampaio. (30/7, 10:52)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Noticias da pocilga - A direita trauliteira de sempre, com uns idiotas úteis à mistura.

Almirante Vieira Matias
Manuel Alegre foi à tropa, esteve em Angola e cumpriu o serviço militar até à disponibilidade, mas para o Almirante Vieira Matias isso não basta, o agora candidato a Presidente da República cometeu o erro de ser contra o colonialismo colocando-se ao lado do "in". Isto é, enquanto houvesse uma guerra promovida por uma ditadura era obrigação de Manuel Alegre estar ao lado dos ditadores.
Alguém me faz o favor de informar o almirante de que Salazar era um ditador fascista e de que estamos no ano de 2010?
«Ao contrário de centenas e centenas de anónimos na blogosfera e nos programas de opinião pública, o almirante Vieira Matias não diz que Manuel Alegre é desertor. O ex-chefe do Estado-Maior da Armada sabe que o candidato à Presidência da República foi mobilizado para Angola e ali se manteve até ter passado à disponibilidade. Mas o facto de não ter sido desertor não diminui, aos olhos do almirante, a mancha no passado militar de Alegre. "Tecnicamente pode não ter sido desertor, mas isso é o que menos importa. Estar ao lado do inimigo é uma atitude que tem um nome. Para mim foi bastante pior que a deserção", afirma Vieira Matias ao i.» [i]
PS: Seria interessante saber se o exigente almirante chegou a estar alguma vez num teatro de guerra enquanto combatente e numa unidade onde corresse risco de vida.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Notícias do Reino da Porqueira.

Ainda não foi desta que tramaram  José Sócrates. Aos porcos de serviço à causa, a um ilhéu em particular, desejo que as pulgas de mil camelos lhes  infestem o cú, e que seus os braços sejam curtos demais para se coçarem.

sábado, 24 de julho de 2010

Ouvir os militantes

José Luís Carneiro, candidato à liderança da Federação do PS do Distrito do Porto e actual presidente da Câmara de Baião, esteve na semana passada em Guifões a apresentar a sua candidatura, na Junta de Freguesia, a convite da secção socialista guifonense, liderada por Carlos Alberto Ferreira.
Nuno Carvalho, coordenador da campanha, agradeceu o convite dos socialistas de Guifões para a sessão de esclarecimento, que teve também presentes diversos militantes de Leça do Balio acompanhados por Joaquim Paulo, candidato derrotado nas eleições internas para a liderança da secção baliense.
Segundo Carlos Alberto as portas da secção estão abertas “a todos os candidatos à Federação”, uma vez que “é plural e democrática. Agradeço a José Luís Carneiro o ter vindo. É com satisfação que vejo a sua candidatura no terreno, porque vem sacudir um pouco o marasmo que se instalou a nível da Federação. É preciso abanar um bocado as estruturas”. Lembrou Mário Soares, afirmando que “é preciso alma neste PS. Espero que José Luís Carneiro traga a alma ao PS e proporcione o diálogo”.
Joaquim Paulo agradeceu a possibilidade dos militantes de Leça do Balio “terem aqui um espaço para ouvir e debater a candidatura. Pertencemos ao núcleo de apoio em Matosinhos e estamos de corpo e alma nesta candidatura”.
Para João Santos, presidente da mesa dos militantes guifonenses, “é sempre uma honra ter aqui na Freguesia a visita de José Carlos Carneiro. Reforço as palavras de Carlos Alberto: a secção está aberta ao diálogo, seja com quem for”.
Carmim do Cabo esclareceu que a sessão decorreu na Junta de Freguesia porque “esta é a casa do povo de Guifões e sempre teve por norma receber bem. Este é um acto elementar de democracia, pelo que qualquer Partido pode organizar aqui acções”.
José Luís Carneiro, tal como tinha feito na secção de Matosinhos, esclareceu que o objectivo principal da sua candidatura é “o de garantir um PS de proximidade aos militantes, em que os líderes sejam capazes de ouvir, respeitar e interpretar a suas vontades. Ninguém pode representar bem os ou-tros quando não é capaz de os ouvir e de respeitar as suas opiniões. É no confronto de opiniões que nascem por vezes as melhores soluções”. O segundo objectivo, é fazer com que a Federação “seja capaz de projectar a voz dos militantes no país”, ajudando “a construir a agenda política nacional. Isso significa que nós temos de deixar de ser uma correia de transmissão de uma agenda política definida por outros mas não pelos socialistas do Distrito”.
Para garantir um PS de maior proximidade com os militantes, José Luís Carneiro comprometeu-se a promover, “pelo menos uma vez por ano”, um plenário de militantes em cada Concelhia do Distrito; fazer com que a Comissão Política Distrital reuna nas várias Concelhias do Distrito “para dar dimensão pública às preocupações das comunidades locais”; além de criar “um laboratório de projectos políticos que visa dar apoio aos autarcas que estejam na oposição nas Câmaras Municipais”.
Criticou a actual liderança do PS do Porto, por não ter apresentado nenhuma ideia para a região: “Não me recordo de nenhuma. Há mesmo temas do PS que passaram a ser defendidos pelo PSD e nós temos estado calados”. O PS Porto deve envolver-se na reforma da organização política do Estado, que passa pela regionalização, pela atribuição de novas competências para as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, a reforma eleitoral para a Assembleia da República e Câmaras Municipais, sendo favorável à limitação dos mandatos dos deputados, bem como a haver apenas uma lista candidata às Assembleias Municipais, cujo primeiro elemento é o candidato à presidência da Câmara.
Quanto às SCUT, é defensor do princípio utilizador-pagador, embora defenda que esse princípio se deve aplicar a todas as SCUT, sem excepção. No que concerne ao TGV, é fundamental que avance a ligação Porto-Galiza, enquanto que a do Porto-Lisboa não é prioritária.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O caso COC

Ontem na secção da Srª da Hora, numa sessão de esclarecimento, questionei directa e publicamente o candidato a Presidente da F.D. Porto do PS, José Luís Carneiro sobre o caso malfadado caso COC. Gentilmente cedeu-me a resposta escrita que o seu Gabinete Jurídico vai enviar ao presidente da CPD, refutando o documento intitulado “Excerto da Acta nº7, que estranhamente veio a público. A serem verdade os factos ai relatados, alguém que respeito muito, fica mal na fotografia.
 
Carlos Alberto

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Festa ou Comicio?! II

Joaquim Paulo, fiquei muito surpreendido pela positiva com as suas palavras, julgo que são de tamanha profundidade que se eu fosse Presidente da maior concelhia do distrito e tivesse liderado um projecto vitorioso, como foi o caso de GP nas ultimas autárquicas contra aquele que o inventou mas que entretanto já se querem matar, assumiria no lugar de GP uma postura de mais recato e mais democrática ainda que fosse aparente. Mas não aquele que devia ser o autarca referencia no distrito do porto anda aí metido nas triquices que em nada nada contribuem para a sua imagem que já está tão desgastada.


Eu estive na Festa das Rosas e tenho que ser justa Renato Sampaio foi comedido no seu discurso e GP fez as despesas da casa ao assumir uma postura de caceteiro la do burgo. Enfim uma palavra de apreço para a Olga Maia que sozinha ainda consegue erguer uma Festa, enquanto a sua homologa do desporto parece uma barata tonta.

Infelizmente GP sabe que tem o seu mandato da concelhia a prazo e não adianta vender o seu N.º 2 e aparecer com a Santa Luisa para candidata, porque a concelhia já foi.Eu ía votar Renato Sampaio, mas depois desta postura de GP talvez faça um voto de protesto votando no Luís Carneiro, que sei também que nunca teve nenhuma ligação com Narciso, alias o narciso é que anda a tentar piscar o olho para ver se volta mas isso nunca mais.

Parabéns pelo artigo.

Militante da Secção de Lavra

Festa ou Comicio?!

Diz o ditado, de origem Romana, que à "mulher de César não basta parecer tem de ser".

Ora vem a propósito de declarações estranhas feitas por Guilherme Pinto sobre um seu camarada, colega autarca, nomeadamente sobre questões de carácter, quando, perante uma fraca plateia, transformou uma festa de tradição socialista de Matosinhos, das rosas, numa autêntica campanha em favor de um dos candidatos à Federação, como uma espécie de coelho tirado da cartola, sem aviso prévio.
Em paralelo parece que apoiar em Matosinhos JLC é crime de lesa pátria porque o presidente da concelhia tem outra preferência, tudo isto é estranho e triste, tudo isto não interessava, se GPinto não tivesse pactuado com isto tudo e transformado uma festa num comício, de fraca plateia, e continuasse no seu caminho de critica a propósito, do que considero (palavras minhas) a chapelada da COC.
Se estivesse no lugar de JLC saia da COC, ela já é apenas um instrumento do não debate e JLC tem feito em todos os lugares um combate lúcido de ideias e não de pequenos factos. Para quem confunde estações JLC, nunca esteve na Federação em equipas do Narciso Miranda...ao invés de outros que em Matosinhos usam essa bárbara arma.

A liberdade de pensamento, opção e voto, é a arma da democracia. A rasteira, a intriga, a confusão é a arma terrível de fracos democratas... Acabem com isso e passem ao Debate a sério, que o PS e o país precisam.


Joaquim Paulo

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Caso COC II - Recato Senhores

Ando desde ontem a pedir que se calem com isto. Já fede. Estão, todos, a dar um triste espectáculo. Para quem acusa uma candidatura de trazer para a praça pública, factos da vida interna do partido, a outra, desde ontem, mais não tem feito do que matraquear esta questão publicamente, seja na imprensa seja no Facebook. Por favor calem-se todos.
Lamento que se perca tanta energia em questiúnculas que não fazem sentido e pouco com a discussão de reais questões internas e externas, como as SCUT'S - ANA - AEROPORTO DE PEDRAS RUBRAS - A CRISE ECONÓMICA E SOCIAL DO NORTE, ETC.
No lugar destas palermices, venham para os jornais com os vossos projectos para a região Norte, digam-nos como poderemos todos ajudar José Sócrates a ultrapassar a crise e como iremos combater a deriva neo-liberal do actual PSD.

PS: estou chocado com a divulgação pública de um projecto de acta de uma reunião interna do Partido. Recato, camaradas. Recato e contenção a todos.

Carlos Alberto
Sec. Coord. Guifões

Saúde modelo PSD PPC

domingo, 18 de julho de 2010

O caso COC

Não sei quem fala verdade, pois não estive presente. Provavelmente os apoiantes de cada candidatura, contarão a sua versão dos acontecimentos. O que prova que, infelizmente e cada vez mais, a democracia interna está pela hora da morte. Quando os Congressos se começam a ganhar na secretaria, está tudo dito. Apenas peço a todos que a bem do PS e do que ele representa para a democracia, se calem, por pudor.
Fossem as COC's obrigatoriamente paritárias e nada disto de passava, o que só nos deve envergonhar a todos, sem excepção. Parece que quem controla a COC, garante que o congresso antes de o ser, já o era! E isto não é bom para um partido de valores republicanos, da fraternidade, da igualdade e da solidariedade. Só tenho a lamentar tanta perda de energia em questiúnculas que não fazem sentido e pouco tempo e garra na discussão de reais questões internas e externas, como as SCUT'S - ANA - AEROPORTO DE PEDRAS RUBRAS - A CRISE ECONÓMICA E SOCIAL DO NORTE, ETC, ETC, ETC. 
Para peditórios de COC's e coisas parecidas, não dou. 
Carlos Alberto
S.C.PS Guifões.

A lenda do milagre das rosas

Reza o lenda, que  a rainha Stª Isabel, andava a distribuir pães aos mais desfavorecidos. Surpreendida pelo soberano, que lhe inquiriu onde ia e o que levava no regaço, a rainha teria exclamado: São rosas, Senhor!. Desconfiado, D. Dinis inquirido: Rosas, no Inverno?. D. Isabel expôs então o conteúdo do regaço do seu vestido e nele haviam rosas, ao invés dos pães que ocultara.
Séculos passados, os convidados de uma Festa, com nome do Milagre, num parque que comemora a Liberdade, entre 2 sardinhas e uma actuação do "Quim  Cola", viram novo milagre acontecer. No regaço da Ranha da Festa, metido por entre as Rosas encontrava-se o Soberano pronto para um momento de campanha eleitoral.

Carlos Alberto Ferreira

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Scuts

Vi no noticiário da TV, na Comissão de Obras Públicas, 3 deputados do PS eleitos pelo Circulo Eleitoral do Porto. Face ao que (não) têm feito, pela defesa dos interesses das populações que os elegeram, temo o pior. Que Santa Rita de Cássia Santa dos Impossíveis e Advogada das Causas Perdidas, nos acuda, os parolos estão de volta.

domingo, 4 de julho de 2010

CHIP OUT, DISPOSITIVO IN


PS e PSD chegaram a acordo na forma de portajar as Scut. Então é assim: o PSD aceita três formas de pagamento: a Via Verde, o pré-pagamento (anónimo) e o pós-pagamento mediante fotografia da matrícula. Ou seja, tudo o que consta dos diplomas do governo. Muda então o quê? O governo previa custo acrescido para o pós-pagamento. Ao contrário, o PSD exige que seja o Estado a arcar com esse custo. O governo anuiu, e hoje mesmo votará no Parlamento a alteração do diploma.

Naquilo que importa, fica tudo na mesma. As três Scut do Norte serão portajadas a partir do próximo 1 de Agosto. As outras quatro, a partir de 1 de Janeiro de 2011. Quem não tiver dispositivo electrónico (estamos a falar do mesmo, mas é proibido dizer chip) é fotografado. Agora já ninguém se preocupa com a violação de privacidade. Tudo com a benção do PSD, que não aceita isentar, como pretende o governo, os 46 municípios com índice IPCC inferior a 100. OK.

O PSD parece contente por ter fingido que bateu o pé. Pensar que isto pode vir a ser alternativa, não tranquiliza ninguém.
posted by Eduardo Pitta

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Votos e Moções levadas à Assembleia de Freguesia de Guifões pelos eleitos do P.S.

Os eleitos do Partido Socialista, na reunião ordinária de 29 de Junho de 2010 da Assembleia de Freguesia, colocam à apreciação e votação o seguinte:

Voto de Saudação

O Guifões Sport Clube, sagrou-se recentemente Campeão Nacional da CNB 1, um título importante para a Instituição e para o desporto na nossa Vila e do nosso Concelho o que demonstra bem que aqui também se fazem campeões.

A Assembleia de Freguesia da Vila de Guifões regozija-se e dá os parabéns aos atletas, técnicos e dirigentes do clube, pela prestação conseguida que assim dignifica a nossa Vila e também o nosso Concelho, fazendo votos que consigam alcançar as vossas metas e objectivos, para que possamos novamente partilhar a alegria dos vossos maiores êxitos desportivos.

O reconhecimento que aqui manifestamos gostaríamos que servisse de incentivo e encorajamento para a dedicação e o esforço que o desporto de competição implica, para que os atletas possam ultrapassar os seus limites e atingir novos feitos em prol do desporto local.


Guifões, 29 de Junho de 2010

Pelos proponentes


Carlos Alberto Ferreira

APROVADA POR UNANIMIDADE

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A Assembleia de Freguesia da Vila de Guifões, na sua reunião ordinária de 29 de Junho de 2010, aprova o seguinte:

Voto de Louvor


Os eleitos do Partido Socialista, colocam à apreciação e votação da atribuição de um voto de louvor e agradecimento, ao Executivo da Junta de Freguesia, pela qualidade e pelo empenhamento com que decorreram as comemorações do 1º aniversário da elevação a Vila da Freguesia de Guifões.


Guifões, 29 de Junho de 2010

Pelos proponentes


Carlos Alberto Ferreira

APROVADA POR UNANIMIDADE

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A Assembleia de Freguesia da Vila de Guifões, na sua reunião ordinária de 29 de Junho de 2010, aprova o seguinte:

Voto de Pesar
pelo falecimento do Prémio Nobel da Literatura
José Saramago

A obra de José Saramago é, sem dúvida, uma das mais importantes criações literárias do Século XX, na Língua Portuguesa. Em 1998, Saramago ganhou o Prémio Nobel da Literatura, um marco histórico para a cultura portuguesa. Saramago foi, uma figura destacada da cultura portuguesa, marcando com o seu estilo, uma fase importante da literatura portuguesa. Foi um homem polémico e empenhado na luta política e social, que gerou simpatias e antipatias. Contudo, o seu génio literário inigualável não pode deixar ninguém indiferente.

Assim, a Assembleia Freguesia da Vila de Guifões manifesta o seu pesar pelo falecimento do escritor e Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, e estende as suas condolências aos seus familiares


Guifões, 29 de Junho de 2010

Os eleitos do Partido Socialista

Pelos proponentes


Carlos Alberto Ferreira

APROVADA POR UNANIMIDADE

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Moção
Contra a introdução de portagens na A4, em Matosinhos

Considerando que:

O percurso da A4 que atravessa o concelho de Matosinhos, veio colmatar uma lacuna no que concerne à mobilidade dos seus residentes;

Que a introdução de qualquer medida que venha a onerar os utilizadores desta via, afectará irreversivelmente a mobilidade sustentada dos Matosinhenses, bem como o seu desenvolvimento e integração solidária da sua população;

Que esta medida, a ser implementada, discriminaria pela negativa os cidadãos de Matosinhos, que seriam cobrados por trajectos rápidos urbanos;

Que a A4 estrutura e complementa uma rede viária concelhia a qual se encontra, há muito, saturada;

A Assembleia de Freguesia da Vila de Guifões, reunida em 29 de Junho de 2010, delibera:
1.Manifestar a sua oposição à implementação de portagens na A4, no percurso compreendido entre o Km “0” e a portagem de Ermesinde, por entender que esta medida, a ser implantada, lesa gravemente a população do Concelho de Matosinhos, pondo em causa a coesão do território municipal;
2.Enviar cópia desta Moção à Câmara de Matosinhos, Grupos Parlamentares da Assembleia Municipal, e aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República.

Guifões, 29 de Junho de 2010

Os eleitos locais do Partido Socialista

Pelos proponentes



Carlos Alberto Ferreira

APROVADA COM 1 ABSTENÇÃO DE UM ELEITO DA A.N.M.M.S.
 
PS GUIFÕES

domingo, 27 de junho de 2010

Carlos:

Permite-me que não te deixe só neste teu precioso texto.

Na verdade, sendo o Norte e em particular o distrito do Porto o mais atingido com a questão das SCUT, e tendo tanto tempo para preparar uma argumentação sólida, verdade é que os Orgãos Federativos apenas fizeram eco de posições, que hoje se demonstra, só vieram fragilizar o PS a Norte. A falta de uma liderança Federativa forte, que positive o PS Nacional, ajudando-o a encontrar as melhores soluções para as populações na região e não para as populações em Lisboa, fez com que hoje andemos perdidos no PS Porto e a reboque de todo o mais estrambólico conceito que possa surgir.

E isto configura com outras incapacidades de afirmação de propostas activas de mudança, como a regionalização, a reconfiguração do sistema eleitoral e uma estratégia coerente para a área metropolitana e o Porto interior.
Por estas razões apoiarei José Luís Carneiro.

Joaquim Paulo

O desnorte evidente na Federação Distrital do Porto do PS

Sabemos que não houve, nunca, qualquer tipo de discussão, quer ao nível dos militantes, que a nível das estruturas federativas, de forma séria sobre o assunto SCUT's. Por isso não estranho o actual desnorte e o ruidoso silêncio sobre a questão ao nível Federativo, pelas seguintes razões:
1º Tratou-se de uma aceitação acéfala, seguidista e acrítica da decisão apresentada pelo governo, sem que houvesse sequer um esboço por parte dos deputados eleitos pelo circulo do Porto, de defesa dos interesses das populações, que dizem representar, no sentido de corrigir situações graves de descriminação negativa, nomeadamente na A4 em Matosinhos e o nó de Perafita para o Aeroporto. Por isso, na convenção  autárquica passada  apelidei-os na minha pequena intervenção de DEPUTADOS PAROLOS.
2º Depois de o Secretário Geral, e primeiro ministro, fruto das negociações sobre o tema com o PSD, ter afirmado publicamente que então todas as SCUT's seriam pagas, ficando isentos os residentes e empresas que estão sob a alçada dessas vias, de imediato vieram vozes de dentro da Federação dizer que "Esta proposta incorpora e acompanha igualmente a posição distrital do PS Porto. Os socialistas do norte fazem-se ouvir." PRECIPITARAM-SE? SIM!
3º No dia imediatamente a seguir, vem na comunicação social, ainda não desmentido, que afinal é intenção do governo que no que já está decidido não se mexe e que as isenções seriam, só e apenas, para os residentes e empresas das SCUT's do interior. FICARAM CALADOS!

Isto prova, se dúvidas houvessem, que o tema  SCUT's nunca foi seriamente discutido a nível federativo do PS. Foi um assunto que sendo tratado com os pés a nível governamental, estes vieram assentar no traseiro dos órgãos federativos do PS Porto. 
Não somos a maior Federação do país que serve apenas para demonstrar, nos tempos mais recentes,e difíceis, as merecidas solidariedades e banhos de multidão, ao Partido e do seu secretário geral. algo que outras federações do país não conseguiram nem conseguem fazer, e depois os dirigentes e deputados do distrito, num assunto com este tipo de implicações, não são escutados nem o "peso" da maior federação do país é tido em conta, como se vê. A solidariedade é uma via que tem dois sentidos. Mesmo a empresa gestora dos "'chip's" poderia ter ficado no distrito do Porto, mas nem isso foram capazes de trazer. Teria sido um bom sinal. 
Mantenho o que sempre disse e penso sobre o assunto SCUT's, desde 2008. Trata-se de um erro  do eng. Cravinho ( aliás, por onde anda ele agora? ...pois houve ai uma fase em que falava sobre tudo e mais alguma coisa na comunicação social e agora anda muito calado). Estas auto-estradas no litoral, nunca deveriam ter sido construídas sob este sistema de financiamento. Nunca!

Carlos Alberto

sexta-feira, 25 de junho de 2010

NÃO TEM CHIP, TEM RETRATO


Sobre o pagamento de portagens nas Scut, a partir do próximo 1 de Julho, disse aqui o que penso. Sou favorável ao pagamento, em todo o país. Sobre chips de matrícula, escrevi que «mais valia tornar o uso da Via Verde uma imposição legal.»

Ontem, o Parlamento inviabilizou (na generalidade; a ver vamos o que sucede na especialidade) o diploma que daria suporte legal aos referidos chips.

Significa isto que os detentores de Via Verde não têm problemas. Mas os outros, em especial os que têm preocupações de privacidade, vão tê-la (agora sim) devassada. O chip daria notícia da passagem da matrícula A pela estrada X. Ao contrário, a ausência de chip aciona uma fotografia do veículo — como acontece neste momento nas pontes de Lisboa e em todas as auto-estradas do país —, com os dados inerentes, incluindo a(s) nuca(s) do(s) ocupante(s). Isto acontece todos os dias, de Norte a Sul, e nunca incomodou ninguém.

terça-feira, 22 de junho de 2010

SCUTS

Em função do que se vai sabendo, quanto ao sentido da votação dos partidos, o PS tem uma oportunidade de ouro para co-responsabilizar o PSD na abolição das SCUTS em todo o País. Neste assunto saem derrotados aqueles a quem no passado Sábado, em Gondomar, apelidei de parolos e o seu líder, por falta de visão política.

A MINHA COSIDERAÇÃO POR CAVACO BATEU NO FUNDO!...


De um Presidente da República não espero que seja “um dos nosso”, espero antes que seja “um de todos”, capaz de perceber que é na diversidade que o país encontra o seu caminho. Não é importante que tenha sido o candidato em que votei, importa sim que seja um homem de princípios e mais importante do que serem exactamente os meus sejam alguém que se oriente segundo princípios e não por interesses.
Saramago não era um do meus e eu admirava-o, Sá Carneiro não era um dos meus e merecia o meu respeito, Lucas Pires não era um dos meus e sempre teve a minha consideração, Ramalho Eanes não é um dos meus e merece que o admire, são muitos aqueles que não me convencendo a partilhar dos seus ideais conquistam a minha estima, uns ainda o conseguem, outros mereceram-na para todo o tempo em que eu cá andar.
São gente grande, capaz de ultrapassar a mesquinhice, de respeitar e ter consideração pelos adversários, de amar para além dos netinhos, de ambicionar para além da sua dimensão. É isto que se espera de uma instituição como a Presidência da República, uma instituição que os portugueses aprenderam a respeitar porque por lá passou gente grande, gente diferente mas que foi capaz de enriquecer o cargo. A Presidência da República de hoje é muito mais do que determina Constituição, é o humanismo de Jorge Sampaio, é o rigor e honestidade de Ramalho Eanes, é a grandeza de ideias e de cultura de Mário Soares, até é a entrega de Costa Gomes.
É evidente que Cavaco Silva não tem a grandeza de Soares, a generosidade de Sampaio ou a elevação de Ramalho Eanes, diria mesmo que pela sua dimensão dificilmente conseguiria enriquecer o cargo que assumiu. Mas já que dificilmente conseguiria enriquecê-lo, poderia tentar deixar como o encontrou. Infelizmente não está a conseguir.
Quando completou 70 anos fez-se fotografar com a família nos jardins como se fosse a família real dos Silvas, quando veio o Papa voltou a reunir a “família real” para receber o Papa no seu palácio e até ficou extasiado porque Bento XVI repetia o nome dos netinhos. Durante uma semana a Presidência da República foi transformada numa sacristia familiar, mas quando foi necessário enfrentar a reacção do voto gay descobriu que Portugal enfrentava uma crise e o parlamento não podia perder uma hora a discutir o casamento gay.
Mas se para receber o Papa Cavaco se transforma a Presidência da República na família dos Silvas, para homenagear um prémio Nobel o Presidente da República acha que funerais é coisa para amigos próximos, pior ainda, não foi mas mandou o chefe da Casa Civil apresentar os pesamos à família, como se a qualidade do correio enobrecesse o conteúdo da missiva. Quando deve ser o Presidente a aparecer lá aparece a família, quando acha que não deve aparecer porque é um assunto de família manda o chefe da Casa Civil.
O país pode ser pobre, viver permanentemente em crise, enfrentar sucessivos pecs e planos de austeridade, mas apesar de todas estas dificuldades sempre encontrou grandeza na instituição Presidente da República. Agora tem alguém que não se cansa de dizer que sabe muito de economia como se este país fosse uma mercearia, como se o Presidente fosse o técnico oficial de contas de Portugal. Ramalho Eanes não foi presidente por ter muita pontaria, Sampaio não o foi por saber falar inglês e Soares não foi eleito por ser culto, foram presidentes por serem homens nobres, por desprezarem a mesquinhez, por saberem respeitar e fazer-se respeitar.
Não é o caso de Cavaco Silva, pode saber muito de economia mas para Presidência da República é como se não soubesse comer com faca e garfo, não percebe que o cargo é maior do que ele próprio, não resiste à tentação de permitir à família tiques de família real, é incapaz de resistir à tentação de exercer os seus poderes para além do admissível como se viu no caso da conspiração das escutas protagonizada pelo seu braço direito.
Não espero que Sócrates ajude Cavaco a concluir o mandato com dignidade, apenas desejo que termine quanto antes e a Presidência da República retome a tradição da democracia portuguesa, que esteja lá alguém que não se deixe enredar na mesquinhice humana e saiba engrandecer o cargo.

sábado, 19 de junho de 2010

Eu também acho o mesmo que ele.

SCUT
Menezes defende pagamento de portagens
Luís Filipe Menezes considera necessário o pagamento de portagens nas SCUT, lembrando que o PSD foi «o primeiro partido que teve a coragem em Portugal de dizer que era preciso pagar»
Menezes defende pagamento de portagens
«Eu acho que é preciso pagar SCUT, porque se não pagarem aqueles que andam nas SCUT, pagamos todos», disse o presidente da Câmara de Gaia, à margem da apresentação do livro do presidente da AMI e candidato presidencial, Fernando Nobre, que decorreu esta tarde naquela cidade.
Menezes acrescentou que detesta «demagogia neste tipo de matérias» e lembrou que o PSD «foi o primeiro partido que teve a coragem em Portugal de dizer que era preciso pagar SCUT».
«Esta ideia de que ninguém paga é uma ideia irreal. Pagamos todos com os nossos impostos», realçou o ex-líder do PSD.
Menezes admitiu, contudo, que «pode haver aqui ou acolá uma situação de excepção», para a qual se podem encontrar soluções justas «do ponto de vista de dar resposta a algumas dificuldades na economia neste momento».
De entre as excepções destacou «pessoas e agentes económicos das áreas metropolitanas para se deslocarem dentro de uma área metropolitana» ou «cidadãos que vão trabalhar a 10 ou 15 quilómetros de distância».
«Mas quando as mesmas auto-estradas servem também para trânsito inter-regional e nacional de turismo de fim-de-semana, não faz muito sentido que não sejam pagas portagens. Estamos a falar de algo que anda perto dos 750 milhões de euros por ano, que não estão a ser pagos, ou melhor, estão a ser pagos com os impostos de todos», sublinhou o autarca.
«Custa muito, o país está mal, as pessoas e as empresas têm dificuldades, mas evidentemente que têm que ser introduzidos pagamentos», concluiu. 

SCUTS

Pelo menos, durante 2 anos, e sabendo-se que era cada vez mais certo o pagamento de portagens, tiveram os dirigentes da F.D. Porto do PS, tempo para negociar uma solução. Não o fizeram. Agora Matosinhos divide-se ao meio. Hoje ao vir de viagem de trabalho, pela A4, com um camarada meu, este baptizou os pórticos com o nome do Presidente da Federação. Não tive coragem de o contradizer.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Morreu Saramago.

Nunca consegui ler um livro dele até ao final. Dizem que foi um grande escritor. É um Português que se libertou da morte.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

S C U T S

Sempre fui contra a implementação do sistema SCUTS, e estou de acordo quanto ao pagamento das portagens, em TODAS elas.
Lendo o que vem hoje na Comunicação Social, sobre o assunto, verificasse que o critério de isenções é simples; nada daquilo faz sentido. 
Alguém da F. D. Porto do PS vai ter de nos dar muitíssimas explicações. Olhem que não sou de esperar muito tempo!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Sobre a Esperança.

Caro amigo POPE. O teu texto é inspirador para maiores reflexões, mas por o tempo ser curto, fico-me apenas por este simples comentário. Os problemas do PS no Porto, e também a nível nacional, resultam, quanto a mim, da forma como participam  na vida interna os militantes do partido. Quererão eles ser ouvidos mais vezes e melhorarem a sua vida cívica, através do exercicio da livre opinião? Não sei. Os sinais são contraditórios. Se por um lado, encontro conformismo em alguns militantes, noutros encontro um dinamismo e vontade de participação, a todos os níveis interessante. Pena que não sejam devidamente aproveitados. Há, de facto, gente nova com ideias e projectos, e que quer dar o seu contributo, mas que é ofuscada pelo aparelho. Quem tem poder, não o que perder, quanto muito, numa hora de maior “aperto”, faz algumas concessões.


Sempre defendi, e cada vez mais, que a melhor forma de ultrapassar a prática aparelhistica passa pelo aprofundamento da democracia interna, através da participação e envolvimento dos militantes nas principais questões do Partido, nomeadamente através de eleições directas. As escolhas, não devem estar apenas nas mãos de uma pequena elite dirigente, mas ser um processo alargado ao maior número de militantes possível, e com a faculdade de apresentação de candidaturas por parte destes a qualquer cargo electivo e de representação do PS.

Vamos aguardar e ver o que o futuro nos trás. Com ESPERANÇA!

Carlos Alberto

Esperança

Os tempos que correm parecem propicios ao desespero. Encolhe-se a tripa e move-se o dinheiro para fora do bolso e do país.
Mas neste contexto é importante devolver a esperança a quem pretende colhê-la, e sendo um democrata e defensor do sistema partidário, independenpebdentemente de outras formas de expressão de cidadania e de política, é importante que sinais de esperança apareçam ao ciddadãos como rostos novos e práticas renovadas, que limpem as velhas esconjuras e mesinhas que planeiam no tabuleiro do mesmo jogo.
No que concerne ao PS Porto essa é uma opção que se irá por nas próximas eleições. Uma opção geracional, de mudança e esperança.
Um partido não é um rebanho, pelo menos não deve, e nem se conjuga como pletóricas tropas sempre ao serviço do general...nem que este indique o precipio como caminho final, e no Porto, o precipicio já foi lonje é altura de precipitar a mudança!

POPE

Marés Vivas de Matosinhos

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Pergunta

Há uma pergunta interessante: Quem dentro do PS não quer Alegre, prefere Cavaco?


por marés vivas

terça-feira, 25 de maio de 2010

A culpa é do Sócrates. Só pode!

Las Bolsas y el euro caen a mínimos por las dudas sobre la crisis

El Ibex cae un 3,05% y marca su nivel más bajo del año, aunque logra mantener por poco los 9.000 puntos.- La prima de riesgo de España se acerca a sus máximos 

El País

sábado, 22 de maio de 2010

Bem-haja ao grupo de comunicação (de um) social democrata pelo esforço em criar o "ambiente" para a dissolução do Governo.

Jornalismo à portuguesa

Num rigoroso exclusivo e citando "fontes bem colocadas junto do executivo", o Correio Preto vai avançar amanhã, sexta-feira, com a notícia de que o Governo tem plnaos para reforçar os investimentos públicos, planeando a construção de uma estação espacial a ser instalada na Ota.
Obviamente, o Correio Preto conta, com esta notícia, ser citado pelas rádios, televisões e sites, provocando que a notícia dure umas horas. Para isso, conta ainda com a colaboração de todos os partidos que tratarão de comentar, criticar e pedir a presença na Assembleia da República, com carácter de urgência, do ministro das Obras Públicas. Assim, a notícia vive mais umas horas e anima a vida dos portugueses.
Depois, a meio da tarde, José Sócrates irá desmenti-la até usando o argumento de que, nesta altura, esse tipo de investimento seria rídiculo e impensável. Mas à noite, via telejornais, a notícia irá manter-se, baseando-se, antes de mais, na notícia do Correio Preto. E com as óbvias reacções dos partidos. E só depois o desmentido oficial.
No sábado, logo pela manhã, o mesmo Correio Preto conta fazer outra manchete, não pedindo desculpa aos leitores, não admitindo que foi um erro, mas com a história "completa": o Governo tinha mesmo intenções de construir a estação espacial, mas foi a notícia do Correio Preto que obrigou José Sócrates a recuar. E para apimentar a coisa, acrescentaremos que sob pressão de Cavaco , de acordo com "fontes em Belém", e de Pedro Passos Coelho que até admitiu romper o acordo com o Governo.
E assim andará o Correio Preto feliz e contente até, daqui a umas semanas e perante a queda de audiência, tenha mais criatividade para outra grande "cacha": citada, comentada e desmentida. Mas o que importa? A audiência sobe, não sobe?

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Pagamento Especial por Conta

Hoje o PEC que anda nas bocas do mundo é o Plano de Estabilidade e Crescimento, mas há meio ano atrás fala-se de outro PEC: do Plano Especial por Conta.
Naquela famosa sexta-feira de Novembro, a oposição, com PSD e CDS à cabeça, aprovava um pacote de medidas que representava um custo adicional de 710 milhões de Euros:

"1) A oposição aprovou hoje a suspensão do novo Código dos Regimes Contributivos, adiando a entrada em vigor do diploma, prevista para 1 de Janeiro de 2010. Segundo o DN, o adiamento o diploma implica um acréscimo de receita de 80 milhões de euros em 2010 e de 170 milhões em 2015.
2) O Jornal de Negóciosconta-nos que os deputados dos partidos que perderam as eleições aprovaram hoje a extinção do pagamento especial por conta (PEC) a partir do início do próximo ano, bem como a redução da taxa do pagamento por conta. O fim do PEC implica uma perda de receitas fiscais de 300 milhões, enquanto a redução da taxa do pagamento por conta representa uma perda de 330 milhões.

Tudo somadinho: 80+300+330= 710 milhões."

Até o próprio Fernando Ulrich, que apresentou ontem a sua visão tremendista do problema, defendia, até há bem pouco tempo, uma redução do Pagamento Especial por Conta.
Agora querem fazer-nos acreditar que toda a gente previa o que está a acontecer agora, excepto claro o casmurro do Sócrates. É o que se chama reescrever a história.

sábado, 15 de maio de 2010

Manuel Alegre : "Falar claro e com verdade"

Manuel Alegre : "Falar claro e com verdade"

Manuel Alegre não aplaude mas diz compreender o plano de austeridade aprovado pelo Governo. E aconselha Sócrates a "falar claro e com verdade", porque "as pessoas são capazes de compreender". Manuel Alegre não aplaude o plano de austeridade mas compreende-o: "Ao ponto a que as coisas chegaram, ficámos sem alternativa a não ser sair do euro". Em declarações ao Expresso, o candidato presidencial diz que gostaria que o acordo político para estas medidas tivesse "ido além do Bloco Central", envolvendo não só os demais partidos como os parceiros sociais, "nomeadamente os sindicatos".

As medidas são "duras, desagradáveis e dolorosas, mas inevitáveis", classifica, alertando, porém, para o risco de recessão que elas acarretam e fazendo votos para que o Governo se debruce agora sobre o crescimento económico.

"Condecorou-se o pecado"
Muito crítico do papel do Banco Central Europeu nesta crise, afirma não compreender "por que se condecorou o senhor Trichet". E ironiza: "Condecorou-se o pecado", numa alusão à Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique que Cavaco Silva atribuiu ao presidente do BCE, aquando da passagem por Lisboa, há uma semana.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Dia da Saúde - Guifões - Sábado 15 de Maio a partir das 15 horas

O PS e o Núcleo da JS de Guifões , vão realizar no próximo Sábado, dia 15 de Maio a partir das 15 horas, com a colaboração de pessoal técnico um

Rastreio de Saúde Gratuito:


terça-feira, 11 de maio de 2010

Manuel Alegre e o Serviço Militar

Nem sempre a União faz a ...Força

Dizem alguns que a união faz a força. Será verdade, em boa parte dos casos. Mas poderemos considerar que a união pode revelar fraqueza, quando ela se baseia apenas num momento e acto único, que visa uma pessoa ou grupo.
Na política, como noutras actividades, essas situações terão perna curta e o tempo será o grande temporizador da realidade, ou da verdade dessa falsa unidade.
Em Matosinhos, em eleições recentes para uma das secções do PS, isso aconteceu, podendo ver-se, quem tanto vociferou, em voz off contra outrém, unidos em lista, com sonantes nomes, apenas visando garantir a vitória do aparelho. O Futuro ditará se este ledo engano não esconderá outra intencionalidade.
Findas as hostilidades, a hora seria de um espaço aberto; atento estarei, se os processos de renovação serão reais, ou meras formalidades.
O que é mais certo, é a hora estar de viragem, e o momento está em ordem a outras formas de fazer política à esquerda...

Pope
Marés Vivas de Matosinhos

sábado, 1 de maio de 2010

Cuba debe despedir a un millón de empleados estatales

Un trabajador cubano dormita sobre una carretilla... Otro, sentado en un pedrusco, se limpia las uñas con un alambre. Sólo un tercero da unos golpes de cincel en un murete, tampoco demasiados. La escena es de ayer mismo, y esta brigada estatal que trabaja a las afueras de La Habana es representativa de lo que sucede en todo el país; en la Cuba socialista uno puede comer en una cafetería de 10 mesas atendida por 20 empleados, hay empresas con tantos inspectores y vigilantes como obreros y la plantilla nacional de dirigentes supera las 380.000 personas, casi un 9% de los trabajadores estatales.

En el improductivo sector estatal sobra uno de cada cuatro trabajadores
La actividad privada, abolida en 1968, emerge ahora como la solución
Raúl Castro lo admitió hace tiempo: los salarios no alcanzan. Obviamente, ganar el equivalente a 15 euros al mes no estimula la productividad, pero el problema de las plantillas infladas no es menos grave. El 4 de abril, el presidente cubano reconoció que en el sector estatal sobran un millón de puestos de trabajo. Una barbaridad; esto representa uno de cada cuatro cubanos que trabaja para el Estado.
Si durante medio siglo el pleno empleo ficticio fue un emblema de la revolución, como la educación y la salud, hoy lastra la economía y entrampa la salida de la crisis. Con 11,2 millones de habitantes y una fuerza laboral de 4,9 millones de personas -de las que más de cuatro millones trabajan en el sector estatal-, Cuba se encuentra en una encrucijada. Un millón de trabajadores sobrantes es un grave problema político, pero hacer esta reconversión es de necesidad imperiosa, advierten los economistas.
El Gobierno ha adelantado que las soluciones del pasado no son una opción. Antes, a los trabajadores cesantes se les enviaba a casa con una prolongada garantía salarial o se les ofrecía la posibilidad de estudiar, cobrando el sueldo completo. Eso se acabó.
Salvador Mesa, el secretario general de la Central de Trabajadores de Cuba, el sindicato único, afirmó que la "reubicación" se hará "con orden" y que "nadie quedará abandonado". El país, dijo, "no dispondrá de fórmulas mágicas, los puestos de trabajo tenemos que crearlos en los municipios, como en la agricultura y la construcción". Precisamente, este es uno de los problemas. "Mucha gente no quiere reconvertirse de oficinista en campesino o albañil. ¿Qué van a hacer?", expone un sociólogo.
"Si se quiere desinflar esas plantillas en las que casi todo el aire lo ha puesto la política paternalista del Estado, habrá que permitir que los que pierdan sus improductivos puestos laborales puedan hacer cualquier actividad que no sea delictiva", opinó recientemente el escritor Guillermo Rodríguez Rivera. "Hacerlos abandonar sus empleos para echarles encima el mar de prohibiciones que existen para realizar cualquier trabajo, mandaría directamente a esa masa a delinquir", afirmó, en un artículo publicado en la página web de la Unión Nacional de Escritores y Artistas de Cuba.
La salida, según la mayoría de los analistas, es de cajón: el Gobierno debe extender la iniciativa privada y fomentar cooperativas y pymes en los sectores que el Estado es incapaz de administrar con eficiencia. Para Rivera, las "nuevas empresas empezarían a ser una alternativa laboral, a cuyos empleos podrían aspirar muchos cubanos".
Mordido por la realidad, el Gobierno realiza algunos tímidos experimentos en esta línea. En varios municipios de La Habana se ha entregado la gestión de las peluquerías a los trabajadores, que han de pagar un impuesto mensual de unos 34 euros al mes. También, a modo de experiencia piloto, se ha permitido a un pequeño grupo de taxistas que exploten por cuenta propia el vehículo del Estado a cambio de un impuesto, ocupándose ellos del mantenimiento.
"El reordenamiento laboral" de un millón de trabajadores es un reto descomunal, y "lo hecho hasta ahora es irrisorio", asegura un economista. Además, dice, está "la desconfianza".
"El primer objetivo es el resurgir de estas formas de producción y no crearle obstáculos que más bien parecen pretender su fracaso", afirma Rivera, que pide "confiar en la probada diligencia del cubano para llevar adelante una empresa que de veras le importe". Han pasado cuatro décadas desde que, en 1968, Fidel Castro acabó por decreto con la mayoría de los negocios privados. Ahora, en este 51º Primero de Mayo de la Revolución, son vistos por muchos como la salvación.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

SCUTS - Pagar sim, mas em todas. De Norte a Sul.

Em 28 de Maio de 2008, escrevi aqui, o que pensava sobre as SCUTS. Volto a repetir, com algumas revisões ao texto original.

A criação das SCUTS, com o modelo de financiamento que tem associado, foi um erro cujas consequências são hoje visíveis para as finanças públicas, e serão dramáticas num futuro próximo. As SCUTS que deveriam ser vistas como uma forma de discriminação positiva, transformaram-se num elefante branco a pagar em vários anos. Os previstos benefícios que vinham trazer às economias locais e regionais a meu ver não se concretizaram. Porquê? porque à boa maneira portuguesa, a diminuição dos custos dos transportes, nomeadamente poupanças nos tempos de deslocação e nos combustíveis, foram absorvidos pelos agentes económicos e não reflectiram no preço dos produtos no consumidor, os ganhos realizados.

Não é admissível que aqueles que não têm carro, ou sequer um Km de auto-estrada, estejam a pagar as SCUT. Sou, portanto, a favor das portagens em (quase) TODAS.
Deveria haver um período de carência, para os residentes nos 137 concelhos servidos pelas 7 SCUT's, através de uma discriminação positiva, que deve traduzir-se em créditos de Kms, a utilizar diariamente pelos condutores residentes nos Concelhos atravessados pelas SCUT's. Penso que um crédito de 40Kms dia, a utilizar para a ida e volta, serão suficientes.
Qual a razão pela qual a A7 e A11, perpendiculares à A28 são portajadas, e a A41 não? será que os índices de desenvolvimento dos concelhos atravessados pela A7 de Vila do Conde até Vila Pouca de Aguiar, são dos maiores do País? E os concelhos de Esposende até Braga, atravessados pela A11? O que os diferencia dos concelhos atravessados pela A41?

Onde colocar as portagens:

A28 - do Mindelo até Viana do Castelo.
A29 - de Espinho até Estarreja.
A44 - gratuito em todo o trajecto.
A41 - A partir de Ermesinde.

Até agora não se paga portagem pela utilização dessas vias. Mas indirectamente o custo pela passagem nessas vias, já é pago através do OE e da dívida pública.No modelo Scut, é o dinheiro dos contribuintes, através dos impostos, que suporta o custo de construção, manutenção, exploração e financiamento. Entre 2008 e 2023, o valor médio dos encargos anuais deverá atingir os 700 milhões de euros. Não se tratando de um bem como a saúde ou a educação não aceito que os que não utilizem essas SCUT's estejam a financiá-las na sua totalidade.

Esta opinião não é politicamente correcta. Mas a minha maneira de estar na vida sempre foi essa. Pensar pela minha cabeça e mandar ás malvas o politicamente correcto.

Carlos Alberto

domingo, 25 de abril de 2010

Leça da Palmeira - O Retrato da Oposição.

Com este post, o Marés  inicia aqui a sua colaboração, para que foi convidado. Começamos com um e-mail que recebemos e publicamos também no Marés, mas que, pela sua importância ,queremos compartilhar neste espaço.


“A vida da nossa freguesia começa na assembleia de freguesia, vai até aos leceiros e retorna à assembleia.
Pena é que os autores deste blog andem distraídos e entretidos com coisas sem valor, sem substância e sem carácter.
Na última assembleia ordinária de 21-4-2010 o cabeça de lista do PSD (sr.abel soares) abandonou a assembleia a chamar palhaço ao porta-voz do PS sem qualquer razão. O homem não teve estofo político para responder à retórica política, nem educação, nem respeito pelos eleitores que nele (sr.abel soares) votaram.com a saída abrupta deste elemento saiu também o sr.ferreira,sem razão, da associação narciso Miranda, mas este depois de se ter pegado com a sua colega de bancada Elvira Castanheira. Na sequência disto na assembleia extraordinária de ontem dia 24-4-2010,onde foi aprovado o plano e orçamento, a Dra. Elvira Castanheira apresentou a demissão da associação narciso miranda, continuando como independente. Grave foi o facto dos narcisistas não terem aparecido a esta assembleia tão importante. Por aqui se vê o tipo de pessoas e a sua qualidade política que rodeiam o narciso; pena é que houve muitos leceiros que foram por eles enganados.
Nota: Acresce que às comemorações do 25 de Abril os Narcisistas e os PDS não apareceram.Palavras para quê?

Porque apoio a candidatura de Manuel Alegre!

Na última campanha eleitoral para as presidenciais, apoiei de forma empenhada a candidatura de Mário Soares. Sabia, que apesar de todo o prestigio que granjeou, no exercício dos seus 2 mandatos, seria uma tarefa difícil elege-lo novamente, como Presidente. O aparecimento e multiplicação de candidaturas, à esquerda, e com a candidatura de Alegre a concorrer no mesmo espaço politico, antevia-se que as coisas não seriam fáceis para Mário Soares. O resultado do desvario das esquerdas, é conhecido. Cavaco Silva, foi eleito presidente, se bem que pela menor margem alguma vez obtida em eleições presidenciais. Nessa altura, não deixei de considerar que o comportamento de Manuel Alegre, não foi o mais correcto para com o Partido que sempre foi o seu, após o 25 de Abril de 1974.
Entretanto passaram-se 4 anos, e as próximas presidenciais estão à porta. Depois de discutido e votado o orçamento, depois de conhecido o PEC, do nosso descontentamento, agora que Cavaco, pode dissolver a Assembleia, tentação que lhe deve andar na alma, o assunto da politica doméstica será a eleição presidencial de 2011.
Considero que Cavaco Silva, nestes anos, foi o presidente que mais desprestigiou o cargo de Supremo Magistrado da Nação. Os factos, falam por si e são factor da maior relevância na análise desta presidência. O pontapé de saída foi a sua visita à Madeira, onde se deixou manietar pelo senhor local, quando este, impedindo que se realizasse uma cerimónia na Assembleia Legislativa local, silenciou deste modo a oposição. Com o seu comportamento, por omissão, o Presidente, pactuou com mais uma afirmação de poder omnipresente do senhor da Madeira. Passamos depois, pelo Agosto escaldante das “escutas a Belém”, onde
se atingiu o grau zero da politica portuguesa. A declaração do Presidente à Nação, sobre o assunto, assumiu
contornos de patético e ridículo. Agora, como convidado do Presidente Checo, deixou que este insultasse a
Nação Lusa, com os seus desvarios ultra-liberais. Noutros tempos, com outros Presidentes, Mário Soares ou Ramalho Eanes, o senhor Klaus teria a resposta à altura. Enfim, Cavaco como ele sempre foi.
Aqui chegados, e na presença de um candidato, que vem do mesmo partido, que é o meu, que fazer? Deverão multiplicar-se, novamente, as candidaturas à esquerda? permitindo que a direita e extrema direita, unidas em torno de Cavaco, que parte em vantagem, liderem a campanha eleitoral, mostrando que a esquerda já não é capaz de se unir num propósito tão importante como a eleição de um Presidente, como foi no passado com Eanes, Soares e Sampaio?
Apesar de no passado recente ter sido um severo critico de Manuel Alegre, o futuro é que importa. E o futuro está já aí. Manuel Alegre é o candidato abrangente de toda a esquerda? Só não o será, se não quisermos que o seja. O que será mais importante? mais 5 anos de desprestigio da função presidencial, que tudo indica, se sair vitoriosa, será tentada ao golpismo constitucional, os sinais são por demais evidentes, ou queremos alguém que ocupe a Presidência, com um perfil Humanista, que conhece o valor da Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Um Homem da cultura, no lugar de um vulgar tecnocrata.
É a única candidatura que pode unir as esquerdas, para além de ser a melhor que o Partido Socialista pode apresentar. Para os socialistas só há uma alternativa e ela é a eleição de Manuel Alegre. É uma missão difícil mas não impossível. Face a isto, e porque não sou daqueles que ficam à espera para ver para que lado correm os ventos, apoiarei a candidatura de Manuel Alegre à Presidência da Republica e trabalharei para o seu sucesso, se para isso solicitarem a minha modesta colaboração.
Carlos Alberto Ferreira
Secretário-Coordenador PS Guifões.
Artigo publicado no Jornal de Matosinhos de 23.04.2010

Sobre o 25 de Abril

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O enxovalho de Praga

A Imprensa, as rádios e as televisões andam cada vez mais preocupadas com o folclore dos dias do que com a real importância dos factos. Cansaram-nos com os relatos do humor (santo Deus!) do dr. Cavaco; com a espórtula do distinto casal aos músicos de rua na ponte Carlos; com as jovialidades dos transbordos de automóveis, o percurso dos autocarros, os "kits" com comida para as personagens consideráveis. No que se refere ao enxovalho, à injúria, à humilhação com que o Presidente da República Checa, por duas vezes, mimoseou o seu convidado, e o que o seu convidado representava, a Imprensa, as rádios e as televisões limitaram-se a bocejos laterais. E o dr. Cavaco perdeu a memorável ocasião de provar ser "o Presidente de todos os portugueses." Vaclav Klaus, Presidente da República Checa, e antigo e experimentado governante, excedeu, em grosseria, tudo o que se presume dever ser a compostura canónica de um estadista, e, com surpreendente rudeza, inquiriu se os portugueses não se sentiam nervosos com o défice de 8 por cento, facto que, com ele, jamais sucederia.
Sorridente, disperso e confuso, o dr. Cavaco murmurou não ser governante, admissão entendida por Vaclav como fraqueza ou pusilanimidade, pelo que voltou à carga, noutra cerimónia de Estado. Nem um escasso protesto, nem a mais diminuta desaprovação, nem a mais exígua frase indignada. Mais tarde, o extraordinário dr. Cavaco, contemporizador e tranquilo, resignava-se à ignomínia (porque de ignomínia se tratou) esclarecendo que o Presidente checo era, por natureza, "pouco ortodoxo." O dr. Cavaco admitia a incivilidade e a infinita grosseria do checo; porém, graciosamente, engoliu o insulto (além de outros, reiterados como um ressentimento absurdo) e confinou-se à vergonha do silêncio comprometido.
Que levou o Presidente português a este comportamento tão pesaroso quanto desacreditante? Não se encontra explicação nem redenção para um acto que o envolve pessoalmente, infama a instituição que encarna e o país que representa. Dir-se-á: quis evitar um incidente diplomático. Nessa perspectiva, a ausência de reacção teria de ser entendida como exorbitante prudência, pois a gravidade das declarações de Vaclav Klaus não devia passar sem adequada e consistente resposta, tanto mais que a responsabilidade do incidente cabia, por inteiro, ao checo. O sorridente mutismo do dr. Cavaco saltou da conveniência momentânea para a conivência sem remissão.
A viagem a Praga é a arrepiante expressão de um novo género de actuação política e a cartografia de um jornalismo feito de frivolidades, desprovido do magnífico empenho de desvendar o outro lado das coisas..

BAPTISTA-BASTOS

segunda-feira, 19 de abril de 2010

37 anos: Parabéns, Partido Socialista.


"No dia 19 de Abril de 1973, na cidade alemã de Bad Munstereifel, militantes da Acção Socialista Portuguesa idos de Portugal e de diversos núcleos no estrangeiro, reunidos em Congresso, aprovam, por 20 votos a favor e 7 contra, a transformação da ASP em Partido Socialista. Finda a votação, todos os congressistas aplaudiram de pé a deliberação. Eram 18 horas."


Por um Portugal  livre, com igualdade de oportunidades e de justiça social.

Parabéns, Partido Socialista.


por Manuel M. Oliveira

sábado, 17 de abril de 2010

Eleições para a Secção Guifões e CPC Matosinhos

17 de Abril de 2010
Secção Residencial de Guifões:                 Comissão Politica Concelhia:
Votantes: 37
Lista A           - 36      votos                     Lista A          - 36   votos                       
Votos Brancos - 01                                  Votos Brancos - 01
Votos Nulos     -  0                                   Votos Nulos     -  0

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__________________________________________________________
05 de Abril de 2008

Secção Residencial de Guifões:              Comissão Politica Concelhia:
Lista A - 35 votos                                 Lista A - 29 votos
Votos Brancos -04                                Lista B - 10 votos 
Votos Nulos    -  0                                Votos Brancos - 0
                                                             Votos Nulos    -  0
PS - Guifões

sexta-feira, 16 de abril de 2010

QUEREMOS UM PRESIDENTE SOCIALISTA EM 2011

Portugal enfrenta e enfrentará grandes desafios nos próximos anos, devido à necessidade de criar condições para retomar o crescimento económico e o desenvolvimento, num quadro político difícil, um governo sem maioria parlamentar confrontado pelas oposições que tudo têm feito para bloquear a acção governativa através de alianças irresponsáveis e contra natura, e no contexto de uma crise internacional, longe de estar ultrapassada.

As próximas eleições presidenciais podem ser parte da solução ou então um problema.

Precisamos de um Presidente da República que saiba ser inspirador e catalisador, que nos mobilize para vencer os desafios. Queremos alguém que ocupe a Presidência com um perfil Humanista, que conheça o valor da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, um Homem da cultura, um socialista, e o camarada Manuel Alegre tem o perfil para neste momento histórico poder bater o candidato de direita.

Ele tem um percurso feito de personalidade, não se acomodou, em momento algum. Tem a verticalidade e honra como património. Tem uma ideia de Portugal, e entende que Portugal precisa de um Presidente que defenda os interesses de todos os portugueses.

É a única candidatura que pode unir as esquerdas, para além de ser a melhor que o Partido Socialista pode apresentar e é, sem dúvida, uma candidatura potencialmente vencedora.

Para nós socialistas só há uma alternativa e ela é a eleição de Manuel Alegre. É um objectivo difícil mas viável, será uma missão difícil mas não impossível:

em 2011 teremos um socialista na Presidência, basta querermos.


Fernando Pegas, José Carlos Sousa e Manuel Oliveira
Membros da Comissão Nacional
Membros da Corrente de Opinião “Esquerda Socialista”


PS.: parafraseando textos de opinião dos camaradas  Rui Namorado, Carlos Alberto Ferreira, José Leitão, Pedro Adão e Silva  e outros.

publicado por Manuel M. Oliveira

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Hoje, o apoio do PS a Manuel Alegre é um gesto natural.

"A TSF perguntou-me sobre o apoio do PS a uma candidatura presidencial de Manuel Alegre. Como lhes disse, acho que essa candidatura é neste momento um gesto natural.

Esse gesto será consensual? Nem pensar. Aliás, creio que o apoio do PS a um candidato raramente ou nunca terá sido pacífico. Não me esqueci dos episódios em torno do General Ramalho Eanes, dos socialistas divididos entre Soares, Zenha e até Pintasilgo, de um congresso que se dizia ser para salvar Portugal e era para arranjar uma candidatura "à Fernando Nobre", então alternativa à de Jorge Sampaio e, claro, dos episódios entre a direcção do PS, Soares e Alegre nas últimas eleições.

A esse gesto obedecerão todos os militantes? Não o devemos esperar, nem dar nenhuma importância ao facto de assim não ser . Não o deve fazer nem a direcção do PS, nem o candidato Manuel Alegre. Afinal, o PS é o partido que enalteceu Miguel Veiga, Rui Oliveira e Costa e Helena Roseta por apoiarem Mário Soares contra Freitas do Amaral (e lamentou que tivessem que saír do PSD por isso), o partido que aplaudiu Joana Amaral Dias por apoiar o mesmo Soares, mas agora contra o líder do seu partido, Francisco Louçã e o partido que conviveu já com o facto, bem mais difícil, de ver Manuel Alegre candidatar-se contra o candidato apoiado pelo PS. Como disse à TSF, compreendo perfeitamente José Lello e penso que não se deve criar nenhum dramatismo à volta da existência de cidadãos e militantes do Partido Socialista desconfortáveis com esta ou aquela decisão em matéria presidencial. Aliás não é sequer uma questão nova.

Acresce que, quem tem essa visão, teve quatro anos para procurar um socialista tão bem posicionado como Manuel Alegre e disponível para tal combate. Mas não o procurou fazer, ou então não o conseguiu, pelo que terá que admitir a sua derrota antecipada e seguir em frente.

Francamente, não vejo nenhum dramatismo no apoio do PS a Manuel Alegre, por muito incómodo que cause a alguns militantes. Já todos estivemos um dia na posição de achar que o partido se compromete com dinâmicas mais à direita ou mais à esquerda do que achamos que devia ser o seu rumo. Já todos estivemos na situação de confiar mais nuns protagonistas que noutros, de acreditar mais numas batalhas que noutras e de nos empenharmos mais nestes e nestas do que naqueles e naquelas.

Concordo em tudo com Manuel Alegre e partilho integralmente da sua visão do país? Nem pouco mais ou menos. Mas garanto que partilho com ele muitissimo mais coisas do que com o conservadorismo conhecido de Cavaco Silva ou o vazio missionário com sede de estrelato e disponibilidade para figurar em todas as lapelas de Fernando Nobre.

Há muitas razões para o PS e os socialistas apoiarem Manuel Alegre e terei muitas oportunidades de as expressar. Mas há antes de todas as outras uma que é em si mesma um desafio a todos os que se incomodam com esta candidatura: Manuel Alegre é até hoje o único cidadão que se apresentou no terreno das eleições presidenciais que tem um percurso político na àrea da esquerda democrática, uma mundivisão republicana, laica e progressista e não é conservador nem oportunista, vagueando ao sabor das marés.

Por isto tudo, não compreendo os que acham que cai o Carmo e a Trindade se o PS apoiar Manuel Alegre. De facto, a minha visão disto é simples. Se é compreensível que haja militantes que não se reconhecem neste candidato, não é compreensível que se lance a ideia de que o Partido Socialista vai apoiar um candidato que é seu militante há mais de três décadas, foi seu deputado durante mais de três décadas, e ainda assim possa dividir o partido.

Mais, espero que a alternativa de não apoiar nenhum candidato e, por essa via, apoiar Cavaco Silva, dividisse muito mais o partido do que o gesto natural de apoiar o seu militante de sempre. Porque se assim não fosse, seria tanto um péssimo indicador sobre o enraízamento do partido na esquerda democrática e na visão progressista da vida social e política em geral, quanto ainda pior manifestação de facciosismo e sectarismo interno. Felizmente, tudo aponta para que José Sócrates vai elevar-se, mesmo que contra parte do inner circle que escolheu, acima de tão grandes desvios ao lugar do PS no sistema político português."
 
Paulo Pedroso

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Vera Jardim considera lógico calendário do PS para apoio a Alegre - JN

Vera Jardim considera lógico calendário do PS para apoio a Alegre - JN

Assis elogia Alegre por vincar que a sua família política é o PS - JN

Assis elogia Alegre por vincar que a sua família política é o PS - JN

“A minha família política é o PS e o meu adversário a direita”, diz Manuel Alegre

O candidato presidencial Manuel Alegre salientou hoje que a sua família política é o PS e que o seu objectivo é impedir que a direita concretize "o velho sonho" de ter um Presidente, uma maioria e um Governo.
"A minha família política é o PS. A minha candidatura (presidencial) é supra partidária, mas como já disse a minha casa política é o PS", declarou Manuel Alegre à agência Lusa.
Manuel Alegre recusou-se a comentar a posição assumida por dirigentes socialistas críticos da sua candidatura presidencial, caso do eurodeputado Capoulas Santos, que defendeu que o PS deveria apoiar um candidato que disputasse a Cavaco Silva o eleitorado do centro.
Sem comentar estas posições, Manuel Alegre frisou no entanto que o seu objetivo "é impedir que a direita concretize o seu velho sonho: um Presidente, uma maioria e um Governo".
"Candidato-me como alternativa ao atual Presidente da República. Por mim, não me engano de combate. O meu adversário não é o PS e conto com o apoio dos socialistas, da esquerda e de cidadãos de todos os quadrantes para chegar à vitória", acrescentou o ex-vice-presidente da Assembleia da República.

sic

sábado, 3 de abril de 2010

M.P. Alemão, não confia no M.P. Português? Os nossos parceiros não confiam na nossa Justiça? No lugar deles também não!

"De qualquer das formas se as autoridades alemãs não colaboraram com as portuguesas isso até se compreende, depois do regabofe que têm sido as investigações em Portugal, onde parece que os jornalistas sabem tanto como os investigadores é compreensível que se o Ministério Público de Munique tivesse evitado mandar informação que serviriam par ajudar o director financeiro do jornal Sol. A verdade é que ninguém com bom senso fornece informação confidencial a este Ministério Público. pelo menos se quiser ter sucesso numa investigação garantindo a sua seriedade."

O Jumento

sexta-feira, 2 de abril de 2010

No passa nada

Vistos os telejornais do dia, parece que não se passou nada. A história dos submarinos submergiu. Talvez por que nesta trama falte um tio gágá, um primo em Shaolin. Não há declarações públicas dos presidentes dos sindicatos dos Juízes e do MP. Não há corrida a Belém a reivindicar meios. Não há declarações assassinas do PR, e nem o Alegre manda um bitaite, suportado pela força do seu milhão. Do casal Moniz, nada sabemos. O Manuel Fernandes está em retiro. Do Crespo, nada a esperar.
Nada!
Estamos na semana santa e o Espírito Santo desceu à Terra. Todos se silenciam sob o seu poder.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Mário Cal Brandão

Assinalando-se hoje o Centésimo Aniversário do nascimento de Mário Cal Brandão, o Governo Civil do Porto promove Sessão Comemorativa no Auditório do Museu Nacional Soares dos Reis. Também a Federação do Porto do Partido Socialista leva a efeito na manhã do próximo dia 27, Sábado, algumas iniciativas destacando-se entre outras a Romagem ao Cemitério do Prado do Repouso (associando o também Centenário da República) e Ciclo de Conferências Mário Cal Brandão.
Grande lutador pela liberdade e pela democracia, foi várias vezes preso. Advogado, defendeu nos Tribunais Plenários Criminais muitos oposicionistas acusados pela ditadura. Apoiou as candidaturas de Norton de Matos e do General Humberto Delgado, foi candidato pela oposição à Assembleia Nacional e co-fundador da Acção Socialista Portuguesa e mais tarde do Partido Socialista. Foi o Primeiro Governador Civil do Porto pós-25 de Abril e deputado à Assembleia da República em várias legislaturas.
Portuense ilustre e socialista convicto, dele disse Mário Soares palavras que me apraz transcrever: "protótipo do homem bom do Porto, generoso, solidário, homem de princípios e valores...o exemplo de um socialista e extraordinário militante antifascista".

terça-feira, 16 de março de 2010

No PS não haverá necessidade de uma Lei da Rolha, como no PSD

E porquê? Vejamos um caso que eu conheço. Se ao ilhéu eiloxã lhe derem as mordomias a que ele acha que tem direito, por herança, imediatamente deixará de insinuar, caluniar, difamar e insultar tudo e todos...
Ou seja, não é necessário uma rolha para lhe meter na boca, basta introduzi-la pelo lado contrário.